QUANDO ENSINAR A ESCREVER NÃO SIGNIFICA APROPRIAR-SE DA ESCRITA: LIMITES DE UMA CAMPANHA DE ALFABTIZAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30730Palavras-chave:
Escrita, Estudantes, AlfabetizaçãoResumo
É notório ter uma boa escrita perpassa por inferências corretas e pontuais para o desenvolvimento dessa habilidade, neste contexto procurou-se uma linha com argumentos precisos para compreender a escrita social na perspectiva de letramento e da alfabetização de estudantes do Ensino Fundamental. Neste enredo tem-se como objetivo: analisar as atividades propostas para a construção da escrita social de estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental em uma escola municipal da cidade de Manaus. O artigo optou por uma pesquisa de campo realizada em 2023/2024 de maneira qualitativa para obtenção das coletados de dados. Buscando anotações oportunas e sistematizações em caderno de campo das aulas ministradas. Teóricos como Mortatti ( 2006; 2011; ), Soares (2014; 2016; 2017), Smolka (2012), foram primordiais para construir uma leitura analítica da escrita na alfabetização e no letramento. Assim foi apresentado um breve percurso histórico da alfabetização no Brasil e dos métodos das cartilhas. A análise dos dados comprova uma escrita estabelecida em métodos de maneira padronizada, revelando uma dicotomia no processo da escrita social de estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental.
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