NEUROPATIA PERIFÉRICA ASSOCIADA AO DIABETES MELLITUS: MECANISMOS E ABORDAGENS TERAPÊUTICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30324Palavras-chave:
Neuropatia periférica diabética. Diabetes mellitus. Tratamento.Resumo
Esse artigo buscou analisar os principais mecanismos fisiopatológicos envolvidos no desenvolvimento da neuropatia periférica diabética e discutir as abordagens diagnósticas e terapêuticas disponíveis na literatura científica atual. Métodos: Revisão integrativa da literatura conduzida nas bases PubMed, SciELO e LILACS, contemplando publicações de 2013 a 2025, com descritores controlados combinados por operadores booleanos. Os estudos foram selecionados em três etapas (leitura de títulos, análise de resumos e leitura na íntegra) e avaliados quanto ao risco de viés. Resultados: O controle glicêmico rigoroso constitui a base do tratamento, com benefícios mais consistentes no diabetes tipo 1. O ácido alfa-lipoico destacou-se como terapia antioxidante com maior respaldo científico. Para manejo da dor neuropática, antidepressivos tricíclicos, duloxetina e gabapentinoides permanecem como primeira linha, enquanto opioides devem ser desencorajados. O Escore de Comprometimento Neuropático e a microscopia confocal de córnea mostraram potencial para diagnóstico precoce. Conclusões: A neuropatia periférica diabética possui caráter multifatorial e requer abordagem terapêutica integrada, combinando controle metabólico, manejo da dor e estratégias de prevenção de complicações.
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