ENSINO DE BOTÂNICA POR MEIO DOS SENTIDOS: POTENCIALIDADES DO JARDIM SENSORIAL ENQUANTO ESPAÇO EDUCATIVO NÃO FORMAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.30111Palavras-chave:
Dimensão socioambiental. Educação não formal. Ensino de botânica.Resumo
Na educação básica, o ensino de botânica enfrenta desafios relacionados à escassez de metodologias facilitadores e práticas com materiais vegetais vivos. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o potencial do Jardim Sensorial da Universidade Federal de Sergipe (UFS) enquanto espaço educador não formal para o ensino de conteúdos do Reino Plantae. Para tanto, foi realizada uma pesquisa qualitativa e exploratória com estudantes do 2° ano do Ensino Médio do Colégio de Aplicação, pertencente à rede pública federal do estado de Sergipe. A atividade foi desenvolvida em três momentos: 1) aplicação de um questionário diagnóstico, 2) visita ao Jardim Sensorial e 3) questionário após a vivência. A partir da triangulação dos dados, utilizando a escala Likert, foi possível vislumbrar as principais dificuldades dos/as estudantes no que diz respeito a termos específicos da área botânica, o distanciamento do ser humano da natureza, a considerável receptividade do Jardim Sensorial enquanto espaço não formal de ensino, bem como a possibilidade de discutir com os/as participantes a importância da preservação das plantas. Assim, diante da escassez de estudos com o Jardim Sensorial, pautamos a necessidade de pesquisas que analisem suas potencialidades enquanto ferramenta de ensino e aprendizagem, permitindo a divulgação desses espaços.
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