CIDADANIA DIGITAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA BASEADA NO PENSAMENTO COMPUTACIONAL PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS SOCIAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29557Palavras-chave:
Cidadania Digital. Pensamento Computacional. Direitos Sociais. Educação Básica.Resumo
As transformações tecnológicas do início do século XXI reconfiguraram as estruturas de poder, exigindo da Educação Básica novas posturas pedagógicas diante das desigualdades na cultura digital. O estudo analisou como uma proposta de ensino fundamentada no pensamento computacional contribui para fortalecer a cidadania digital e a aprendizagem dos direitos sociais na escola. Adotou-se abordagem qualitativa, sustentada por pesquisa bibliográfica e análise documental da Constituição de 1988, da LDBEN e das normativas da BNCC sobre computação. A investigação articulou os fundamentos das garantias sociais aos conceitos lógicos da computação, deslocando esse campo do uso estritamente técnico para fundi-lo com a pedagogia histórico-crítica. Como resultado, elaborou-se um produto educacional estruturado em trilhas de aprendizagem flexíveis, voltadas ao exame de problemas públicos locais. A engenharia do material demonstrou que operações como decomposição, abstração, reconhecimento de padrões e design de procedimentos funcionam como ferramentas analíticas para decodificar conflitos comunitários. Os resultados confirmaram a hipótese inicial, comprovando que a transposição didática dessas estruturas lógicas amplia a capacidade crítica e o engajamento democrático dos discentes. Por admitir dinâmicas analíticas desplugadas, o recurso revelou-se viável para a rede pública, sustentando a autonomia docente e subsidiando políticas públicas voltadas à emancipação jurídica dos estudantes.
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