A INCLUSÃO ESCOLAR DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA: UMA ANÁLISE DO PAPEL DO PROFESSOR E DA GESTÃO ESCOLAR

Autores

  • Antônio Laércio Nunes da Silva Veni Creator Cristian University
  • Elisângela Araújo Silva UFPB

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29528

Palavras-chave:

Autismo. Educação inclusiva. Formação docente. Gestão escolar.

Resumo

Introdução: A inclusão escolar de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) constitui um desafio para a educação brasileira, pois o acesso à escola regular não garante, por si só, participação, aprendizagem e desenvolvimento. A efetivação da inclusão exige práticas pedagógicas flexíveis, formação docente, recursos adequados, participação familiar e organização institucional comprometida com a diversidade. Problema de pesquisa: Como a inclusão escolar de estudantes com TEA se concretiza na prática pedagógica e qual a contribuição do professor e da gestão escolar para sua efetivação? Metodologia: Trata-se de pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e caráter analítico, desenvolvida mediante leitura crítica e análise comparativa dos estudos de Melo, Fernandes e Ferreira (2022) e Silva e Milan (2023), buscando identificar aproximações e contribuições para a compreensão da inclusão escolar. Justificativa: O estudo justifica-se pela necessidade de compreender a inclusão para além da matrícula, considerando as condições concretas que favorecem a participação e a aprendizagem dos estudantes com TEA. Destaca-se, nesse sentido, a importância da formação continuada, da flexibilização metodológica e do trabalho colaborativo. Objetivos: Compreender como a inclusão escolar de estudantes com TEA se concretiza na prática pedagógica, discutindo o papel do professor, a importância da formação docente, a contribuição da gestão escolar e os elementos convergentes identificados nos estudos selecionados. Resultados: Os resultados evidenciaram que a inclusão depende de práticas pedagógicas intencionais, flexíveis e adaptadas às necessidades individuais dos estudantes. O professor exerce papel central como mediador da aprendizagem, enquanto a formação continuada amplia sua capacidade de atuação. A gestão escolar contribui ao promover planejamento coletivo, formação, articulação entre profissionais, famílias e Atendimento Educacional Especializado, além de assegurar condições institucionais favoráveis à inclusão. Conclusão: Conclui-se que a efetividade da inclusão escolar resulta da articulação entre formação docente, práticas pedagógicas flexíveis, gestão escolar comprometida e trabalho colaborativo. A inclusão constitui responsabilidade institucional compartilhada, sendo fundamental construir uma cultura escolar que reconheça as potencialidades dos estudantes com TEA e favoreça sua aprendizagem e participação.

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Biografia do Autor

Antônio Laércio Nunes da Silva, Veni Creator Cristian University

Mestre em Ciências da Educação pela Veni Creator Cristian University.

Elisângela Araújo Silva, UFPB

Doutora em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras - PPGL da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Mestre em Linguagem e Ensino (POSLE) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Especialização lato-sensu em Literatura e Estudos Culturais pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Graduação em Comunicação Social (Bacharelado em Jornalismo) e licenciatura plena em Letras e Arte, ambos pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

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Publicado

2026-08-21

Como Citar

Silva, A. L. N. da, & Silva, E. A. (2026). A INCLUSÃO ESCOLAR DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA: UMA ANÁLISE DO PAPEL DO PROFESSOR E DA GESTÃO ESCOLAR. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–20. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29528