VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E SUAS CONSEQUÊNCIA NO PÓS-PARTO SOB À ÓTICA DO ENFERMEIRO OBSTETRA

Autores

  • Larissa Mendonça de Souza de Moura UNIG
  • Mariana Jeronimo de Oliveira UNIG
  • Michele Pereira dos Santos UNIG
  • Enimar de Paula UNIG
  • Wanderson Alves Ribeiro UNIG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28328

Palavras-chave:

Humanização. Violência obstétrica. Acolhimento

Resumo

Introdução: A violência obstétrica manifesta-se por meio de práticas desumanizadas, intervenções desnecessárias e desrespeito à autonomia da mulher durante o ciclo gravídico-puerperal, configurando-se como uma grave violação de direitos humanos e um problema de saúde pública. Objetivo: Descrever quais fatores levam a violência obstétrica a ser um agente traumático no pós-parto. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa, realizada na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) com os descritores "Humanização", "Violência obstétrica" e "Acolhimento". Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 12 artigos científicos para análise. Análise e discussão dos resultados: Os achados evidenciam que a negligência, a comunicação agressiva, o excesso de medicalização e procedimentos invasivos sem consentimento geram profundos impactos físicos e psicológicos. Essas práticas traumáticas resultam em sentimentos de humilhação e desamparo, predispondo a puérpera ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), ansiedade, depressão e dificuldades no vínculo materno-infantil. Conclusão: O desrespeito e os maus-tratos convertem o nascimento em uma experiência devastadora. Torna-se imperativa a implementação de programas de educação permanente e sensibilização dos profissionais de saúde para garantir uma assistência obstétrica humanizada, segura e pautada na equidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Larissa Mendonça de Souza de Moura, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu.

Mariana Jeronimo de Oliveira, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu.

Michele Pereira dos Santos, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu.

Enimar de Paula, UNIG

Enfermeiro. Mestre em Saúde Materno-Infantil Faculdade de Medicina - Universidade Federal Fluminense – UFF. Docente do curso de Graduação em Enfermagem da UNIG. Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Enfermagem em Obstetrícia da Universidade Iguaçu.

Wanderson Alves Ribeiro, UNIG

Enfermeiro. Mestre, Doutor e Pós-doutorando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente do Curso de Graduação em Enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Obstetrícia.

Downloads

Publicado

2026-07-21

Como Citar

Moura, L. M. de S. de, Oliveira, M. J. de, Santos, M. P. dos, Paula, E. de, & Ribeiro, W. A. (2026). VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E SUAS CONSEQUÊNCIA NO PÓS-PARTO SOB À ÓTICA DO ENFERMEIRO OBSTETRA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 3(01), 1–10. https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28328