A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS POR UM OLHAR PSICOPEDAGÓGICO

Autores

  • Luzinete Martins de Assis Instituto Matogrossense de Pós- graduação e Serviços Educacionais-Impactos

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2811

Palavras-chave:

Educação de Jovens e Adultos. Escola. Práticas Pedagógicas.

Resumo

Segundo a Constituição Brasileira, a educação é um direito básico e fundamental de todo e qualquer cidadão, devendo ser utilizada como instrumento de promoção da equidade social. No entanto, como muitos de nós sabemos e apesar de a educação ser oferecida de forma gratuita em toda e qualquer cidade do país, o Brasil ainda conta com índices muito altos de analfabetos e de pessoas que abandonaram os estudos sem concluir. Visando sanar este problema que atinge desde a educação básica até o ensino médio, foi criado o EJA, sigla para “Educação de Jovens e Adultos”. Utilizando-se da metodologia de pesquisa bibliográfica, o presente artigo tem como objetivo a compressão de como se configurou no Brasil a Educação de Jovens e Adultos ao longo da história e refletir sobre a sua importância e práticas pedagógicas. Abordaremos primeiramente um breve relato histórico sobre a EJA no Brasil, em seguida falaremos sobre o papel da escola enquanto ser social. Outro ponto a ser abordado nesta pesquisa é o perfil dos alunos da EJA, faremos também uma breve explanação sobre o cenário atual e desafios a serem enfrentados por essa modalidade de ensino. Para finalizar analisaremos qual a contribuição que a psicopedagogia pode trazer para a Educação de Jovens e Adultos.

Biografia do Autor

Luzinete Martins de Assis, Instituto Matogrossense de Pós- graduação e Serviços Educacionais-Impactos

Psicopedagogia. Instituto Matogrossense de Pós- graduação e Serviços Educacionais-Impactos. Área do Conhecimento: Educação.E- mail: luzinetemartinsdeassis729@gmail.com

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Publicado

08/11/2021

Como Citar

Assis, L. M. de . (2021). A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS POR UM OLHAR PSICOPEDAGÓGICO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(10), 2291–2305. https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2811