DOENÇA MÃO-PÉ-BOCA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26967Palavras-chave:
Diagnóstico. Terapêutica. Doença Mão-Pé-Boca.Resumo
Esse artigo buscou discutir a Doença Mão-Pé-Boca quanto aos seus aspectos diagnósticos e terapêuticos, destacando sua relevância crescente como problema de saúde pública, especialmente entre crianças menores de cinco anos. O trabalho baseia-se na análise de estudos observacionais, revisões de literatura e relatos clínicos, com o objetivo de compreender a etiologia viral, as formas de transmissão, as manifestações clínicas e as possibilidades de manejo da doença. Observa-se que a enfermidade apresenta alta transmissibilidade, sendo disseminada principalmente por via fecal-oral e por contato com secreções, manifestando-se, em geral, por febre e lesões vesiculares em mãos, pés e mucosa oral, podendo evoluir para formas mais graves em casos específicos. O estudo evidencia que o diagnóstico é predominantemente clínico, com auxílio de exames laboratoriais em situações atípicas ou graves. Em relação ao tratamento, observa-se a predominância de medidas de suporte, como controle da dor, febre e hidratação, não havendo terapia antiviral específica consolidada. Além disso, terapias complementares, como a fotobiomodulação e o uso de azul de metileno, demonstram potencial benefício. Conclui-se que o manejo adequado depende do reconhecimento precoce, suporte clínico eficaz e investimento em medidas preventivas e educacionais.
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