CONSUMO DE ALIMENTOS IN NATURA POR PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DA CLÍNICA DE SAÚDE DA ESTÁCIO DO RECIFE

Autores

  • Bruna Teodoro dos Santos
  • Hellba Karts Maria e Silva
  • Joyce Oliveira de Carvalho Barros
  • Steffany Kelly Pontes Pires

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2682

Palavras-chave:

Alimentos naturais. doenças crônicas não transmissíveis. consumo alimentar. fatores de risco.

Resumo

O consumo excessivo dos industrializados é uma das principais causas de problemas de saúde. O uso desses produtos é estimulado pela praticidade, custo baixo, grandes porções e pelo marketing das embalagens e das mídias. Segundo o Guia Alimentar da População Brasileira preconiza que o consumo dos ultra processados e minimamente processados estão afetando de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente (OMS,2014). O primeiro passo para uma alimentação saudável é fazer uso de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação. Por isso é importante investigar o consumo de alimentos in natura por indivíduos portadores de DCNT. Objetivo: investigar o consumo de alimentos in natura em pacientes portadores de doenças crônicas não transmissíveis da clínica de saúde da Estácio do Recife-PE. Método: trata-se de um estudo transversal retrospectivo, desenvolvidos com pacientes da clínica de saúde da Estácio do Recife, onde foram coletadas as informações sobre o consumo de alimentos in natura por estes pacientes através das fichas de atendimento da clínica. Resultados: Foram avaliados 20 pacientes de ambos os sexos, na faixa de idade entre 30 a 50 anos, 75% (n=15) eram mulheres e 25% (=5) eram homens. Em relação às variáveis, pôde-se analisar que 65% (=13) não eram portadores de diabetes, enquanto 35% (n=7) possuíam a doença. Na variável de HAS foi observado que 65% (n=13) eram portadores da HAS, enquanto 35% (n=7) não possuíam a doença. Sobre câncer e obesidade houve resultados com baixa prevalência nos pacientes avaliados sendo 10% (n=2) possuem e 90% (n=18) não são portadores da doença, enquanto 5% (n=1) possuem e 95% (n=19) não são portadores respectivamente. Nas variáveis do consumo de alimentos in natura, foi observado que 50% (n=10) dos pacientes consomem frequentemente esse tipo de alimento e os outros 50% (N=10) consomem pouco. Conclusão: Através da pesquisa realizada foi possível identificar que o consumo frequente de alimentos in natura por parte dos portadores de DCNT equivale apenas à metade da amostra. Revelando que apesar de o consumo de alimentos in natura e minimamente processados ser o primeiro passo para uma alimentação saudável, o consumo de frutas, verduras e legumes ainda é relativamente baixo. Por se tratar de um estudo com uma pequena quantidade de participantes, baseado em seus dados, é necessária a realização de novos estudos que identifiquem a relação entre o consumo de alimentos in natura e portadores de DCNT.

Biografia do Autor

Bruna Teodoro dos Santos

Estudante de Nutrição-Estácio: E-mail: bruninhalayne@hotmail.com

Hellba Karts Maria e Silva

Estudante de Nutrição-Estácio: E-mail: hellbakarts@gmail.com

Joyce Oliveira de Carvalho Barros

Estudante de Nutrição-Estácio: E-mail: oliverjoyce10@gmail.com

Steffany Kelly Pontes Pires

Docente do curso de Nutrição-Estácio: E-mail: steffanypontes.nutricionista@outlook.com

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Publicado

30/10/2021

Como Citar

Santos, B. T. dos ., Silva, H. K. M. e ., Barros, . J. O. de C. ., & Pires, S. K. P. . (2021). CONSUMO DE ALIMENTOS IN NATURA POR PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DA CLÍNICA DE SAÚDE DA ESTÁCIO DO RECIFE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(10), 1579–1591. https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2682