PRÁTICAS EDUCATIVAS NA PREVENÇÃO E CONTROLE DE DIABETES MELLITUS: REVISÃO DE ESCOPO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26706Palavras-chave:
Autocuidado. Educação em Saúde. Enfermagem. Atenção Primária à Saúde.Resumo
Esse artigo buscou mapear e analisar as evidências científicas acerca das práticas educativas na prevenção e no controle do Diabetes Mellitus no contexto da enfermagem. Trata-se de uma revisão de escopo, conduzida conforme as diretrizes do Joanna Briggs Institute (JBI) e apresentada segundo o checklist PRISMA-ScR. A busca foi realizada nas bases MEDLINE/PubMed, LILACS, SciELO, Ministério da Saúde e Biblioteca Virtual em Saúde, utilizando descritores dos DeCS e MeSH combinados por operadores booleanos. Foram incluídos estudos publicados entre 2020 e 2025, nos idiomas português e inglês, resultando em uma amostra final de 15 estudos. Os resultados evidenciaram que as práticas educativas favorecem o fortalecimento do autocuidado, a adesão ao tratamento e o controle glicêmico, destacando-se estratégias como ações educativas individuais e coletivas, uso de tecnologias digitais, protocolos assistenciais e intervenções de promoção da saúde. A atuação da enfermagem mostrou-se essencial, especialmente na Atenção Primária à Saúde. Conclui-se que as práticas educativas são fundamentais no enfrentamento do Diabetes Mellitus, contribuindo para a melhoria dos desfechos clínicos e redução de complicações, sendo necessário ampliar estratégias e fortalecer políticas públicas voltadas ao cuidado integral.
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