AVALIAÇÃO DA PRECISÃO DIAGNÓSTICA DE CBCT, MRI E PET EM PATOLOGIAS MAXILOFACIAIS: UMA ANÁLISE COMPARATIVA COM ACHADOS HISTOPATOLÓGICOS

Autores

  • Camila Vitória da Cruz Reinaldo UNINOVAFAPI
  • Carlos Eduardo Araújo da Silva UNINOVAFAPI
  • Nikoly Mariana Vasconcelos Silva UNINOVAFAPI
  • Liana Roberta de Sousa Reis UNINOVAFAPI
  • Samaya da Silva Morais UNINOVAFAPI
  • Sanderson Alencar Santos da Silva UNINOVAFAPI
  • Thiago Henrique Gonçalves Moreira UNINOVAFAPI

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26059

Palavras-chave:

Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico. Imagem por Ressonância Magnética. Tomografia por Emissão de Pósitrons. Patologia Maxilofacial. Precisão Diagnóstica.

Resumo

Introdução: O diagnóstico de patologias maxilofaciais exige métodos de imagem acurados devido à complexidade anatômica da região. CBCT, MRI e PET oferecem perspectivas distintas (óssea, tecidual e metabólica), mas a correlação com o padrão-ouro histopatológico é crucial para validar sua precisão. Objetivo: Avaliar a precisão diagnóstica de CBCT, MRI e PET em patologias maxilofaciais, comparando sua eficácia com achados histopatológicos. Metodologia: Revisão sistemática da literatura nas bases PubMed, SciELO e LILACS (2021–2026). Foram selecionados 15 artigos que analisaram sensibilidade, especificidade e acurácia dessas modalidades em lesões ósseas e tecidos moles. Resultados: O CBCT demonstrou alta resolução para alterações ósseas e distúrbios da ATM. A MRI apresentou forte correlação histopatológica em carcinomas de língua e lesões glandulares, embora com tendência à superestimação da invasão tumoral. O PET/CT evidenciou maior sensibilidade funcional para detecção de metástases linfonodais e recidivas. Discussão: Não há um método isolado ideal; o CBCT é limitado em tecidos moles, enquanto o PET pode apresentar falsos positivos. A integração multimodal (PET/MRI) e o uso de Inteligência Artificial emergem como tendências para elevar a confiança diagnóstica. Considerações finais: As técnicas são complementares. A escolha deve ser individualizada, priorizando a abordagem multimodal para casos oncológicos e complexos. O exame histopatológico permanece indispensável para a confirmação definitiva.

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Biografia do Autor

Camila Vitória da Cruz Reinaldo, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia, Centro universitário Uninovafapi.

Carlos Eduardo Araújo da Silva, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia,Centro universitário Uninovafapi.

Nikoly Mariana Vasconcelos Silva, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia,Centro universitário Uninovafapi. 

Liana Roberta de Sousa Reis, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia, Centro Universitário Uninovafapi.

Samaya da Silva Morais, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia,Centro universitário Uninovafapi. 

Sanderson Alencar Santos da Silva, UNINOVAFAPI

Graduando em odontologia, Centro universitário Uninovafapi. 

Thiago Henrique Gonçalves Moreira, UNINOVAFAPI

Professor Orientador: Mestre do centro universitário Uninovafapi.

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Publicado

2026-05-14

Como Citar

Reinaldo, C. V. da C., Silva, C. E. A. da, Silva, N. M. V., Reis, L. R. de S., Morais, S. da S., Silva, S. A. S. da, & Moreira, T. H. G. (2026). AVALIAÇÃO DA PRECISÃO DIAGNÓSTICA DE CBCT, MRI E PET EM PATOLOGIAS MAXILOFACIAIS: UMA ANÁLISE COMPARATIVA COM ACHADOS HISTOPATOLÓGICOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26059