PANCREATITE AGUDA NO SUS: ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA NACIONAL ENTRE 2015 e 2024 A PARTIR DE DADOS NO SIH/SUS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25181Palavras-chave:
Pancreatite Aguda. Sistema Único de Saúde. Epidemiologia. Sexo. Faixa etária.Resumo
Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico das internações e dos óbitos hospitalares por pancreatite aguda no Brasil, segundo faixa etária e sexo, no período de 2015 a 2024. Métodos: Estudo ecológico, retrospectivo e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado a partir de dados secundários de domínio público do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), disponibilizados pelo DATASUS. Foram analisadas as internações por pancreatite aguda segundo faixa etária e sexo, além dos óbitos hospitalares segundo sexo. Aplicou-se estatística descritiva, com cálculo de frequências absolutas, relativas e letalidade hospitalar. Resultados: No período analisado, foram registradas 345.992 internações por pancreatite aguda no Brasil. Houve maior concentração de internações entre adultos de 30 a 59 anos, com destaque para a faixa de 40 a 49 anos, responsável por 68.973 internações. O sexo masculino concentrou 183.080 internações e 9.933 óbitos, enquanto o feminino apresentou 162.912 internações e 7.099 óbitos. A letalidade hospitalar global foi de 4,92%, sendo maior entre os homens. Conclusão: A pancreatite aguda apresentou maior carga hospitalar em adultos de meia-idade e maior impacto no sexo masculino, evidenciando a relevância dessas variáveis na distribuição do agravo e em seus desfechos hospitalares.
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