A FORMAÇÃO DOCENTE PARA O USO DA LUDICIDADE COMO ESTRATÉGIA DE APOIO AO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS

Autores

  • Vívian Christiane Ataide Moraes Uneatlantico

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25172

Palavras-chave:

Formação docente. Ludicidade. Alfabetização.

Resumo

Este artigo discute a formação docente para o uso da ludicidade como estratégia de apoio ao processo de alfabetização nos anos iniciais, considerando que aprender a ler e escrever envolve domínio do sistema de escrita e participação em práticas de linguagem com sentido. O objetivo foi analisar fundamentos teóricos que sustentam a ludicidade como recurso pedagógico e compreender de que modo a formação inicial e continuada pode favorecer práticas alfabetizadoras mais consistentes, especialmente no planejamento, na mediação e no acompanhamento das aprendizagens. Metodologicamente, realizou-se uma revisão bibliográfica narrativa, com leitura crítica de estudos sobre alfabetização e letramento, ludicidade e jogos pedagógicos, consciência fonológica e formação docente. Os resultados apontam que propostas lúdicas, quando planejadas com intencionalidade, ampliam o engajamento, favorecem a participação das crianças, fortalecem habilidades linguísticas relevantes ao ciclo de alfabetização e contribuem para ambientes mais acolhedores diante das dificuldades de aprendizagem. Observou-se, ainda, que a formação docente tem papel decisivo para evitar o uso superficial do “lúdico”, garantindo continuidade, coerência com objetivos e avaliação formativa. Conclui-se que investir na formação para a ludicidade qualifica o ensino da alfabetização e favorece práticas menos mecânicas e mais significativas.

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Biografia do Autor

Vívian Christiane Ataide Moraes , Uneatlantico

Mestra em Educação, Uneatlantico.

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Publicado

2026-03-16

Como Citar

Moraes , V. C. A. (2026). A FORMAÇÃO DOCENTE PARA O USO DA LUDICIDADE COMO ESTRATÉGIA DE APOIO AO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(3), 1–9. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25172