FEBRE SEM SINAIS LOCALIZATÓRIOS EM CRIANÇAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24305Palavras-chave:
Febre infantil. Avaliação clínica. Estratificação de risco.Resumo
O artigo buscou analisar a febre sem sinais localizatórios em crianças, destacando a complexidade de seu cuidado na prática pediátrica. O estudo utilizou revisão bibliográfica de caráter qualitativo, incluindo artigos científicos, livros e documentos disponíveis em bases de dados como SciELO, PubMed e Google Scholar. Foram selecionados materiais que abordassem aspectos clínicos, estratificação de risco, exames complementares e condutas de acompanhamento em crianças com febre sem foco definido. Os resultados indicam que a maior parte dos episódios apresenta evolução benigna, geralmente associada a infecções virais, e que a observação clínica detalhada é essencial para identificar sinais sutis de acometimentos graves. Crianças menores apresentam maior vulnerabilidade a infecções bacterianas, exigindo condutas mais rigorosas, incluindo exames laboratoriais e monitoramento hospitalar. Em crianças mais velhas e com bom estado geral, estratégias menos invasivas e acompanhamento ambulatorial demonstram-se seguras, desde que haja vigilância constante. A comunicação clara com os responsáveis e a prescrição criteriosa de antimicrobianos contribuem para um atendimento seguro e racional. Conclui-se que o manejo eficaz da febre sem sinais localizatórios requer integração entre avaliação clínica detalhada, acompanhamento contínuo e condutas planejadas, promovendo segurança e otimização do cuidado pediátrico.
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