O USO DE ADOÇANTES ARTIFICIAIS E SEUS EFEITOS ENDOCRINOMETABÓLICOS NA DIABETES MELLITUS TIPO 2

Autores

  • Eduarda Eleutério Sartore MULTIVIX
  • Lívia Busatto Pena MULTIVIX
  • Júlia da Silva Souza Freire MULTIVIX
  • Carlos Eduardo Dilen da Silva MULTIVIX
  • Raphael Cardoso Rodrigues MULTIVIX
  • Walace Fraga Rizo MULTIVIX

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24263

Palavras-chave:

Aspartame. Endocrinologia. Glicemia. Hormônios.

Resumo

O uso de adoçantes artificiais é comum entre pacientes com diabetes tipo 2 como alternativa ao açúcar. No entanto, estudos recentes indicam que esses compostos podem influenciar negativamente o metabolismo da glicose, aumentando a resistência à insulina e afetando a microbiota intestinal. A partir disso, surgem incertezas sobre a real segurança e eficácia dos adoçantes no controle da doença. A questão central é analisar os efeitos do consumo de adoçantes artificiais na incidência e no controle metabólico da diabetes mellitus tipo 2. A metodologia baseou-se na revisão da literatura integrativa. Estudos recentes apontam que adoçantes artificiais têm sido associados a efeitos adversos sobre a modificação da composição da microbiota e o metabolismo da glicose, favorecendo a resistência à insulina. Além disso, alguns adoçantes, como a sucralose, podem alterar o perfil lipídico, propiciando um aumento do risco cardiovascular. Ademais, consumidores de adoçantes artificiais, quando comparados a não consumidores, possuem maior risco de desenvolver DM2. O uso de adoçantes sintéticos não é considerado uma substituição segura ao açúcar, de acordo com a Associação Americana de Diabetes, devido aos seus efeitos controversos. Contudo, vale destacar que as evidências disponíveis carecem de maior robustez metodológica, uma vez que muitos estudos utilizam doses de adoçantes muito superiores às recomendadas, apresentam amostras pequenas ou não consideram outros fatores intervenientes, o que limita a generalização dos resultados.

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Biografia do Autor

Eduarda Eleutério Sartore, MULTIVIX

Acadêmica do Curso de Medicina Multivix – Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

Lívia Busatto Pena, MULTIVIX

Acadêmica do Curso de Medicina Multivix – Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

Júlia da Silva Souza Freire, MULTIVIX

Acadêmica do Curso de Medicina Multivix – Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

Carlos Eduardo Dilen da Silva, MULTIVIX

Mestre em Neurociências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro– Docente Multivix – Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

Raphael Cardoso Rodrigues, MULTIVIX

Doutor em em Produção Vegetal na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF Docente Multivix – Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

Walace Fraga Rizo, MULTIVIX

Doutor em Ciências Universidade de São Paulo, USP/RP – Docente Multivix –Cachoeiro de Itapemirim, ES. 

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Publicado

2026-03-02

Como Citar

Sartore, E. E., Pena, L. B., Freire, J. da S. S., Silva, C. E. D. da, Rodrigues, R. C., & Rizo, W. F. (2026). O USO DE ADOÇANTES ARTIFICIAIS E SEUS EFEITOS ENDOCRINOMETABÓLICOS NA DIABETES MELLITUS TIPO 2. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(3), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24263