REPERCUSSÕES PSICOSSOCIAIS DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NA SAÚDE MENTAL DA MULHER NO BRASIL: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Maria Iris Moura de Matos UNIP

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24184

Palavras-chave:

Violência Obstétrica. Saúde Mental. Humanização do Parto.

Resumo

Esse artigo buscou analisar evidências científicas nacionais sobre os impactos psicossociais e transtornos de saúde mental em brasileiras expostas a práticas de violência obstétrica no contexto hospitalar. A metodologia consistiu em uma revisão integrativa realizada nas bases de dados SciELO, LILACS, Scopus, Web of Science e CINAHL, com amostra final de 06 artigos publicados entre 2021 e 2025. Os resultados demonstram correlação direta entre maus-tratos no parto e o desenvolvimento de Depressão Pós-Parto e Estresse Pós-Traumático. A análise evidencia que esses agravos são potencializados por um modelo tecnocrático que prioriza o controle institucional em detrimento da autonomia feminina. A violação de direitos atua como gatilho para o adoecimento mental, ressaltando o papel da Enfermagem Obstétrica na implementação de práticas humanizadas e no cuidado baseado em evidências científicas. Conclui-se que a superação desse cenário exige mudança urgente no paradigma assistencial, sendo a humanização indispensável para preservar a integridade física e a saúde emocional da mulher e do recém-nascido.

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Biografia do Autor

Maria Iris Moura de Matos, UNIP

Enfermeira, Especialista em Saúde Coletiva com Ênfase em Saúde da Família, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Universidade Paulista (UNIP) - Polo Coari-AM – Docente.  

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Publicado

2026-02-12

Como Citar

Matos, M. I. M. de. (2026). REPERCUSSÕES PSICOSSOCIAIS DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NA SAÚDE MENTAL DA MULHER NO BRASIL: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–11. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24184