DIREITOS HUMANOS E SEGURANÇA PÚBLICA: A CORRIDA COMO MÉTODO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL E FÍSICA NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO AMAZONAS (PMAM)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24173Palavras-chave:
Direitos Humanos. Segurança Pública. Neuroplasticidade. Corrida. Polícia Militar do Amazonas.Resumo
O presente artigo analisa a correlação entre a saúde biopsicossocial do profissional de segurança pública e a efetivação dos Direitos Humanos, com foco no cenário da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). A investigação fundamenta-se na premissa de que a integridade cognitiva e física do agente é condição sine qua non para o uso estrito e proporcional da força em ambientes de alto estresse operacional e condições climáticas adversas. Através de uma revisão bibliográfica qualitativa, o estudo articula conceitos de neuroplasticidade, como a produção de Brain-Derived Neurotrophic Factor (BDNF) induzida pela corrida, e a otimização da percepção visual em modalidades esportivas de habilidade aberta. A discussão é ancorada na Portaria Interministerial nº 2 de 2010, que estabelece diretrizes para a valorização dos profissionais de segurança pública como política de Direitos Humanos. Os resultados indicam que o condicionamento físico aeróbico e a acuidade visual dinâmica reduzem falsos positivos na tomada de decisão, mitigando riscos de violência institucional desproporcional. Conclui-se pela necessidade de institucionalizar o esporte como carga horária de serviço na PMAM, garantindo o "direito a ter direitos" do servidor para a proteção da dignidade humana da sociedade amazônida.
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