PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS, SUAS COMPLICAÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DAS LACUNAS NA ATENÇÃO À SAÚDE A PARTIR DA PERSPECTIVA DE ACADÊMICOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24008Palavras-chave:
Enfermagem. Diabetes Mellitus. Universitários.Resumo
Esse artigo buscou analisar o conhecimento e as percepções de acadêmicos da área da saúde acerca das doenças crônicas, com ênfase na Diabetes Mellitus. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, com abordagem mista (quantitativa e qualitativa), aprovado pelo Comitê de Ética sob o parecer nº 57703022.10000.8044. A pesquisa foi realizada na Universidade Iguaçu, localizada em Nova Iguaçu (RJ), com a participação de acadêmicos dos cursos da área da saúde. Participaram 35 acadêmicos após critérios de exclusão majoritariamente do sexo feminino, com predomínio de adultos jovens, concentrados na faixa etária de 20 a 23 anos. Quanto à caracterização étnico-racial, observou-se distribuição relativamente equilibrada entre os grupos, com maior proporção de participantes que se autodeclararam negros. Os participantes apresentam compreensão alinhada à literatura científica, reconhecendo a DM como uma doença crônica, de longa duração, sem cura, porém passível de controle mediante acompanhamento contínuo, observou-se também sobre o entendimento sobre a fisiopatologia da doença, seus impactos físicos, emocionais e sociais, bem como as dificuldades enfrentadas no cuidado, especialmente relacionadas à adesão ao tratamento. Conclui-se que os acadêmicos demonstram conhecimento satisfatório sobre a Diabetes Mellitus, reforçando a importância de estratégias educativas, do diagnóstico precoce e do fortalecimento da formação acadêmica para o cuidado integral.
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