PSICOMOTRICIDADE EM CRIANÇAS COM AUTISMO NO GRAU MODERADO: UM ESTUDO REFLEXIVO NA ÓTICA DA PSICOLOGIA

Autores

  • Vanessa Vicente Alves Coutinho UNIGRANRIO
  • Wanderson Alves Ribeiro PACCS/UFF
  • Keila do Carmo Neves UFRJ/EEAN
  • Gabriel Nivaldo Brito Constantino UNIG
  • Daniela Marcondes Gomes UNIG
  • Raphael Coelho de Almeida Lima AMB/SBC
  • Michel Barros Fassarella UNIG
  • Denilson da Silva Evangelista COFEN/DNA

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23691

Palavras-chave:

Autismo. Desenvolvimento. Psicomotricidade. Psicólogo. Psicomotricista.

Resumo

Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é classificado como um distúrbio do neurodesenvolvimento, que pode comprometer importantes aspectos do desenvolvimento do indivíduo e a psicomotricidade é uma possibilidade de intervenção com crianças autistas, que fortalecem a interiorização da criança ao se movimentar em torno de si mesma e dificultam a relação desta com o mundo com psicomotricidade traz a melhora no padrão motor desenvolvendo melhora na marcha e no equilíbrio. Objetivo: Refletir sobre as contribuições da utilização da psicomotricidade em crianças com autismo de grau moderado. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo do tipo análise reflexiva, elaborado a partir revisão da literatura. Para tal, foram 16 artigos foram considerados para leitura na íntegra e, contemplando os critérios de inclusão, puderam subsidiar a esta reflexão. Resultado e discussão: A apresentação das explanações e reflexões a serem tecidas se dará na forma de eixos condutores sobre o tema, advindos de interpretações da literatura e também, impressões reflexivas dos autores. Estas interpretações foram dirigidas pela compreensão do tema no contexto da psicologia subsidiado por leituras, reflexões e discussão dos autores, pautado em três temáticas: Impactos, dificuldades e repercussões do Transtorno do Espectro Autista no comportamento da criança com autismo moderado; (Co) relação do Transtorno do Espectro Autista com Psicomotricidade; A ótica da psicologia sobre a pscicomotricidade na criança com autismo moderado. Conclusão: O profissional da psicologia tem papel fundamental no processo terapêutico, frente a implementação da psicomotricidade na criança com autismo moderado, para estabelecer estratégias comportamentais, capazes de dar qualidade de vida para o crescimento e desenvolvimento da criança.

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Biografia do Autor

Vanessa Vicente Alves Coutinho, UNIGRANRIO

Psicóloga. Pós-graduada em Psicomotricidade, Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Clínica, Psicologia Hospitalar e ABA/Análise do Comportamento Aplicada. Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy (UNIGRANRIO). 

Wanderson Alves Ribeiro, PACCS/UFF

Enfermeiro. Doutor em Ciências do Cuidado em Saúde. Universidade Federal Fluminense (PACCS/UFF).

Keila do Carmo Neves, UFRJ/EEAN

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/EEAN).

Gabriel Nivaldo Brito Constantino, UNIG

Graduando em Enfermagem. Universidade Iguaçu (UNIG). 

Daniela Marcondes Gomes, UNIG

Médica Psiquiatra. Mestre em Saúde Coletiva. Universidade Iguaçu (UNIG).

Raphael Coelho de Almeida Lima, AMB/SBC

Médico. Pós-graduado em Cardiologia. Especialista em Cardiologia (AMB/SBC) e em Medicina de Família e Comunidade (AMB/SBMFC). IPGM-RJ / IECAC. 

Michel Barros Fassarella, UNIG

Médico. Pós-graduado em Endocrinologia e Metabologia. Especialista em Clínica Médica. Universidade Iguaçu (UNIG).  

Denilson da Silva Evangelista, COFEN/DNA

Enfermeiro. Pós-graduado em Saúde Mental, Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente, Saúde Pública, Enfermagem Intensiva, Atenção Primária e Enfermagem do Trabalho. FAHOL; Instituto Facuminas; COFEN/DNA. 

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Publicado

2026-01-16

Como Citar

Coutinho, V. V. A., Ribeiro, W. A., Neves, K. do C., Constantino, G. N. B., Gomes, D. M., Lima, R. C. de A., … Evangelista, D. da S. (2026). PSICOMOTRICIDADE EM CRIANÇAS COM AUTISMO NO GRAU MODERADO: UM ESTUDO REFLEXIVO NA ÓTICA DA PSICOLOGIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23691