OSTEOGÊNESE IMPERFEITA: ESTRATÉGIAS ATUAIS DE PREVENÇÃO DE FRATURAS E REABILITAÇÃO FUNCIONAL

Autores

  • Hugo Bartolomeu Mesquita da Silva Universidade Federal do Maranhão
  • Izaque Benedito Miranda Batista Universidade de Vassouras
  • Victor Hugo Moreira de Lima Universidade Federal de Pernambuco
  • Lucas Levi Gonçalves Sobral Centro de Ensino São Lucas
  • Mário Marven Moreira de Carvalho Universidade Federal do Ceará
  • Caio Guimarães Santos Amado UFBA
  • Maria Eduarda Koeler Garcia Escola de Medicina Souza Marques
  • Isabella Costa de Resende Universidade de Rio Verde

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23669

Palavras-chave:

Osteogênese imperfeita. Fragilidade óssea. Reabilitação funcional.

Resumo

A osteogênese imperfeita é uma doença genética rara do tecido conjuntivo, caracterizada por fragilidade óssea e elevada suscetibilidade a fraturas, decorrente principalmente de alterações na síntese do colágeno tipo I. A variabilidade clínica da doença impõe desafios significativos ao manejo terapêutico, exigindo abordagens integradas voltadas à prevenção de fraturas e à reabilitação funcional. O presente estudo tem como objetivo analisar as evidências científicas atuais acerca das principais estratégias utilizadas na prevenção de fraturas e na promoção da funcionalidade em pacientes com osteogênese imperfeita. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir da análise de artigos publicados em bases de dados nacionais e internacionais, que abordaram intervenções farmacológicas, cirúrgicas e reabilitadoras. Os achados evidenciam que o uso de bisfosfonatos permanece como a principal abordagem farmacológica, com benefícios na densidade mineral óssea e no controle da dor, embora com resultados heterogêneos na redução da incidência de fraturas. Intervenções cirúrgicas ortopédicas, especialmente com o uso de hastes intramedulares, mostram-se fundamentais na correção de deformidades e na prevenção de fraturas recorrentes. Adicionalmente, programas estruturados de reabilitação funcional destacam-se por promover maior autonomia, melhora da mobilidade e redução do risco de quedas. Conclui-se que o manejo eficaz da osteogênese imperfeita depende de uma abordagem multidisciplinar e individualizada, integrando estratégias de prevenção de fraturas e reabilitação funcional, com impacto positivo na qualidade de vida dos pacientes.

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Biografia do Autor

Hugo Bartolomeu Mesquita da Silva, Universidade Federal do Maranhão

Universidade Federal do Maranhão.

Izaque Benedito Miranda Batista, Universidade de Vassouras

Universidade de Vassouras.

Victor Hugo Moreira de Lima, Universidade Federal de Pernambuco

Universidade Federal de Pernambuco.​

Lucas Levi Gonçalves Sobral, Centro de Ensino São Lucas

Centro de Ensino São Lucas.

Mário Marven Moreira de Carvalho, Universidade Federal do Ceará

Universidade Federal do Ceará.

Caio Guimarães Santos Amado, UFBA

UFBA.

Maria Eduarda Koeler Garcia, Escola de Medicina Souza Marques

Escola de Medicina Souza Marques.

Isabella Costa de Resende, Universidade de Rio Verde

Universidade de Rio Verde.

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Publicado

2026-01-07

Como Citar

Silva, H. B. M. da, Batista, I. B. M., Lima, V. H. M. de, Sobral, L. L. G., Carvalho, M. M. M. de, Amado, C. G. S., … Resende, I. C. de. (2026). OSTEOGÊNESE IMPERFEITA: ESTRATÉGIAS ATUAIS DE PREVENÇÃO DE FRATURAS E REABILITAÇÃO FUNCIONAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–9. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23669