HIPERTENSÃO INTRA-ABDOMINAL E SÍNDROME COMPARTIMENTAL ABDOMINAL: REPERCUSSÕES E MANEJO

Autores

  • Érica Lopes Castilho FAMP
  • Ernesto Carvalho Lima UNIRV
  • Isabella de Sousa Rodrigues Universidade de Rio Verde
  • José Victor Barbosa Melo Faculdade de Ciências Médicas da Piraíba
  • Letícia Ribeiro Cardoso UNIRV
  • Maurício Cavalcante Paixão Universidade do Estado do Amazonas
  • Paulo Gomes Resende UNIRV
  • Pedro Henrique de Paula Ramalho Morais UNIRV
  • Rafaela Machado de Souza UNIFAN
  • Vitória Lima Fernandes Universidade Anhanguera Uniderp
  • Vinícius Mendes Valentini Universidade nove de julho
  • Wanessa Lemos Araújo UniEVANGÉLICA

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23591

Palavras-chave:

Intra-Abdominal Hypertension. Abdominal Compartment Syndrome. Intensive Care Units. Disease Management. Pathophysiology.

Resumo

A hipertensão intra-abdominal (HIA) e a síndrome compartimental abdominal (SCA) são condições críticas frequentemente subdiagnosticadas em unidades de terapia intensiva, associando-se a elevados índices de morbimortalidade. O presente estudo teve como objetivo analisar as repercussões sistêmicas e as estratégias de manejo dessas patologias com base na literatura científica recente. Para tanto, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, selecionando 15 artigos publicados entre 2020 e 2025 nas bases de dados PubMed, SciELO, Scopus e Web of Science. Os resultados demonstram que a elevação da pressão intra-abdominal (PIA) desencadeia falências orgânicas multissistêmicas, destacando-se a lesão renal aguda precoce, a redução do débito cardíaco por prejuízo ao retorno venoso e o comprometimento da mecânica ventilatória. A discussão enfatiza que o manejo deve ser escalonado, iniciando-se com medidas conservadoras, como descompressão gástrica, otimização da volemia e analgesia, reservando-se a laparotomia descompressiva para casos de SCA refratária. Conclui-se que a monitorização sistemática da PIA deve ser integrada como um sinal vital no paciente crítico, sendo a intervenção precoce o fator determinante para a melhoria do prognóstico e a redução de complicações sistêmicas irreversíveis.

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Biografia do Autor

Érica Lopes Castilho, FAMP

Graduada em medicina.  Faculdade Morgana Potrich (FAMP)

Ernesto Carvalho Lima, UNIRV

Acadêmico de medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV). 

Isabella de Sousa Rodrigues, Universidade de Rio Verde

 Graduada em medicina. Universidade de Rio Verde. 

José Victor Barbosa Melo, Faculdade de Ciências Médicas da Piraíba

 Graduado em medicina. Faculdade de Ciências Médicas da Piraíba, FCM-PB. 

Letícia Ribeiro Cardoso, UNIRV

 Graduada em medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV).

Maurício Cavalcante Paixão, Universidade do Estado do Amazonas

 Universidade do Estado do Amazonas-UEA.

Paulo Gomes Resende, UNIRV

Graduando em medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV).

Pedro Henrique de Paula Ramalho Morais, UNIRV

Graduado em medicina. Universidade de Rio Verde (UNIRV).

Rafaela Machado de Souza, UNIFAN

Graduada em medicina. Centro universitário Alfredo Nasser (UNIFAN).

Vitória Lima Fernandes, Universidade Anhanguera Uniderp

 Graduanda em Medicina. Universidade Anhanguera Uniderp.

Vinícius Mendes Valentini, Universidade nove de julho

Graduado em medicina. Universidade nove de julho.

Wanessa Lemos Araújo, UniEVANGÉLICA

Graduada em medicina. UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás.

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Publicado

2025-12-26

Como Citar

Castilho, Érica L., Lima, E. C., Rodrigues, I. de S., Melo, J. V. B., Cardoso, L. R., Paixão, M. C., … Araújo, W. L. (2025). HIPERTENSÃO INTRA-ABDOMINAL E SÍNDROME COMPARTIMENTAL ABDOMINAL: REPERCUSSÕES E MANEJO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(12), 6983–6995. https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23591