ESTRESSE OXIDATIVO E SUA INFLUÊNCIA NA PATOGÊNESE DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Autores

  • Giullyane Gonçalves Alves Universidade Iguaçu
  • Thiago Pereira de Abreu Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i9.2294

Palavras-chave:

Radicais livres; Antioxidantes; Estresse Oxidativo; Doença de Alzheimer.

Resumo


Um fator que vem sendo investigado como elemento de grande influência na fisiopatologia de doenças neurodegenerativas é o estresse oxidativo. É possível defini-lo como um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a capacidade de defesa antioxidante do organismo. O objetivo deste artigo foi revisar a participação do estresse oxidativo como alvo de grande influência na Doença de Alzheimer. A Doença de Alzheimer é a causa mais comum de síndrome demencial, ocasionada pela perda neuronal do córtex e degeneração sináptica. Além disso, afeta a qualidade de vida do indivíduo, desenvolvimento econômico e social e impacta de forma significativa na estrutura familiar. Os danos oxidativos ocorrem devido agentes promotores de radicais livres, como radiação, poluição e estresse. Podem ocasionar em danificação de tecidos, aceleramento do envelhecimento e mutações no DNA mitocondrial.

Biografia do Autor

Giullyane Gonçalves Alves, Universidade Iguaçu

Graduação em Farmácia. Universidade Iguaçu - Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. E-mail: giullyaneggalves@gmail.com.

Thiago Pereira de Abreu, Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ

Graduado em Farmácia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre e Doutor em Fisiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui experiência em docência nas áreas de Bioquímica, Farmacologia e Fisiologia.

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Publicado

30/09/2021

Como Citar

Alves, G. G. ., & Abreu, T. P. de . (2021). ESTRESSE OXIDATIVO E SUA INFLUÊNCIA NA PATOGÊNESE DA DOENÇA DE ALZHEIMER. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(9), 915–928. https://doi.org/10.51891/rease.v7i9.2294