SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA: DESAFIOS E IMPACTOS PSICOSSOCIAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i10.21451Palavras-chave:
Saúde mental. Enfermeiro. Terapia intensiva.Resumo
Introdução: a abordagem da saúde mental dos enfermeiros que atuam em UTIs requer uma visão ampla e integrada, que envolva não apenas ações de cuidado individual, mas também mudanças estruturais nas políticas institucionais e nas condições de trabalho. A valorização do profissional de enfermagem, o respeito aos seus limites e o incentivo ao autocuidado devem ser pilares centrais de qualquer proposta de intervenção. Compreender os desafios e impactos psicossociais vivenciados por esses profissionais é o primeiro passo para construir estratégias efetivas de apoio e prevenção ao adoecimento mental no ambiente hospitalar. Metodologia: Esta pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão integrativa da literatura, com o objetivo de identificar os impactos psicossociais e as estratégias de promoção da saúde mental voltadas aos enfermeiros que atuam em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A revisão seguiu as etapas metodológicas propostas por Mendes, Silveira e Galvão (2008), incluindo a formulação da pergunta de pesquisa, seleção e análise de estudos nas bases SciELO, LILACS, BDENF e MEDLINE/PubMed, utilizando descritores controlados. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol, que trataram diretamente da temática. Os dados extraídos foram organizados e analisados de forma descritiva e categorial, permitindo a síntese do conhecimento existente e contribuindo para o desenvolvimento de práticas e políticas voltadas ao bem-estar psicológico dos profissionais de enfermagem em UTIs. Resultados e disucssão: Os enfermeiros que atuam em UTIs enfrentam um ambiente de alta complexidade e exigência, o que os torna vulneráveis a transtornos como estresse, ansiedade, depressão e Burnout, evidenciando a necessidade de estratégias institucionais de apoio e valorização para preservar sua saúde mental e a qualidade da assistência. Conclusão: Enfermeiros de UTI enfrentam exigências intensas que afetam sua saúde mental, tornando urgente a adoção de políticas e ações institucionais que promovam proteção psicológica, valorização profissional e melhores condições de trabalho.
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