HEPATITE B EM ADOLESCENTES: ANÁLISE DA PREVALÊNCIA, RISCOS E CONSEQUÊNCIAS DA TRANSMISSÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i4.18564Palavras-chave:
Hepatite B. Saúde do Adolescente. DATASUS.Resumo
Esse artigo buscou analisar a epidemiologia da Hepatite B em adolescentes no Brasil de 2017 a 2020 a partir de um estudo descritivo de análise temporal com abordagem quantitativa, buscando a prevalência, riscos e consequências da transmissão. No período reportado, o trabalho avaliou a presença de 648 casos de hepatite B em adolescentes com maior incidência na Região Norte e no ano de 2017, assim como em 2020 ocorreu menor número de notificações desta doença. Além disso, atingiu com maior prevalência os jovens do sexo feminino que não completaram o ensino fundamental da 5ª a 8ª série e apresentou a hepatite crônica como a apresentação clínica mais frequente entre a faixa etária do período estudado. Portanto, refere-se a necessidade de políticas públicas voltadas para o âmbito social, educacional e de saúde a fim de promover para esses jovens o conhecimento adequado sobre a prevenção, tratamento e os perigos da contaminação pela doença.
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