CORANTES SINTÉTICOS E SEUS IMPACTOS AMBIENTAIS: DESAFIOS, LEGISLAÇÃO E INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS SUSTENTÁVEIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17742Palavras-chave:
Corante sintético. Poluição. Legislação ambiental. Princípio do desenvolvimento sustentável.Resumo
A utilização de corantes remonta aos tempos pré-históricos, evoluindo de pigmentos naturais para mais de 100.000 corantes sintéticos disponíveis atualmente. Este artigo analisa o impacto ambiental desses compostos, amplamente usados nas indústrias têxtil, alimentícia e cosmética, destacando sua persistência, toxicidade e difícil degradação. O objetivo principal foi conceituar os corantes sintéticos e propor soluções para reduzir sua agressividade ao meio ambiente, com ênfase em legislações vigentes e práticas sustentáveis. A pesquisa utilizou uma abordagem dedutiva e revisão bibliográfica de regulamentações como a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e a Resolução CONAMA nº 430/2011. Constatou-se que efluentes industriais contendo corantes frequentemente apresentam compostos tóxicos e recalcitrantes, prejudicando ecossistemas aquáticos e causando riscos à saúde humana. Além disso, foram destacados os desafios na aplicação de tecnologias de tratamento, como processos físicos, químicos e biológicos, e o potencial de estratégias híbridas para remoção de contaminantes. A partir disto, conclui-se que há a necessidade de implementar legislações mais rigorosas, desenvolver tecnologias limpas e incentivar o uso de alternativas biodegradáveis. Por fim, sugere-se maior investimento em pesquisa para novos materiais e métodos de tratamento de efluentes.
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