IMPACTOS DA DEPENDÊNCIA DE TELAS INFANTIL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17466Palavras-chave:
Telas na infância. Consequências. Desenvolvimento infantil, Psicoterapia. Terapia Cognitivo Comportamental.Resumo
Os avanços tecnológicos cresceram desenfreadamente nos últimos tempos. Cada vez mais precocemente crianças estão começando a utilizar e dominar os dispositivos tecnológicos, como tablets, smartphones e TVs. Desde o nascimento são expostos e envolvidos em situações diante das telas e, por isso, integram a geração conhecida como “nativos digitais”. Esse artigo tem o objetivo de analisar o impacto do excesso de telas na infância. A utilização excessiva pode causar consequências negativas no desenvolvimento infantil, tais como cansaço extremo, ansiedade, depressão, estresse crônico e problemas de concentração. Além disso, pode estar associado ao risco de obesidade, dificuldades alimentares, distúrbios do sono e dificuldades psicológicas. Conforme os estudos, as crianças que sofrem as consequências do tempo de telas tendem a manter uma conexão excessiva com dispositivos eletrônicos, prejudicando tarefas essenciais e de se envolver em outras atividades como brincar, interação social e familiar. Embora o conteúdo sobre tratamento na literatura ainda seja um pouco escasso e não padronizado, a psicoterapia é vista como um meio mais eficaz de tratamento, sendo muito citada a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Tal abordagem teórica foca nas crenças cognitivas e nas distorções, que acabam por desenvolver efeitos no comportamento. É de extrema importância que as recomendações sobre o tempo adequado do uso de telas pelas crianças sejam seguidas e o uso deve ser supervisionado para garantir que o conteúdo acessado seja compatível com a faixa etária. Nota-se que são poucos os trabalhos existentes que fazem menção e aprofundam-se em estudar possíveis tratamentos para dependência de telas infantil.
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