CÂNCER DE PELE NO BRASIL: UMA VISÃO ABRANGENTE DE SEU PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.16832Palavras-chave:
Câncer de pele. Exposição solar. Fatores de risco. Neoplasia maligna.Resumo
Introdução: no Brasil, o câncer de pele é a forma mais comum de neoplasia maligna. O principal fator de risco relacionado ao surgimento das neoplasias malignas de pele é a radiação U. A fotoproteção desempenha um papel indispensável nas medidas de prevenção de cânceres de pele. Objetivo: explorar os diferentes tipos de câncer de pele, suas causas, perfis clínicos, diagnóstico e tratamento. Metodologia: revisão de literatura a partir dos bancos de dados de artigos científicos para realizar as buscas: PUBMED e SCIELO, LILACS e Biblioteca Virtual em Saúde. Resultado: O câncer de pele é o tumor maligno mais comum e com o maior registro no Brasil. É uma patologia de alta e crescente incidência, cuja etiologia é multifatorial e envolve fatores socioambientais e de estilo de vida, além de alterações genéticas. O câncer de pele do tipo melanoma é menos frequente dentre todos os cânceres da pele, tendo em vista o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. A utilização de protetores solares é a principal medida de proteção contra o câncer de pele. Dessa forma, a utilização inadequada pode resultar em danos à pele e questionar a eficácia do produto. Conclusão: Tendo em vista a fisiopatologia do câncer de pele e sua alta incidência no Brasil, é importante compreender as características físicas e biológicas do paciente, além do local onde reside. A educação em saúde é imprescindível para a redução das taxas de incidência de câncer de pele, como a limitação à exposição solar e à fotoproteção.
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