A INSEGURANÇA ALIMENTAR NO RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS NUM CENÁRIO DE NULIDADE DE SANEAMENTO BÁSICO ADEQUADO

Autores

  • Bruno Luiz Silveira de Castro Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i6.1358

Palavras-chave:

Ensino híbrido. Covid-19. Alimentação escolar.

Resumo

Contexto atual da pandemia propôs diversas mudanças no cotidiano do brasileiro. A mudança das aulas presenciais para aulas remotas e a permanência por muito tempo nesse modelo provocou ruídos na sociedade o que proporcionou a movimentação do governo federal para realização de protocolos de retorno às aulas presenciais. Entretanto, os protocolos partem do princípio de que a água utilizada na higienização das pessoas, alimentos e locais é tratada, o que não pode ser garantido em todo o território nacional, visto que existem diversos locais que não apresentam saneamento básico adequado. Somado a isso, estudos demonstram atividade gastrintestinal do SARS-CoV-2 o que pode indicar uma possível infecção fecal-oral. O objetivo desta revisão bibliográfica é demonstrar que a transmissão fecal-oral do SARS-CoV-2 ainda não foi descartada e que precisa ter atenção para que em locais onde não há saneamento básico ou existe um saneamento básico ineficiente podem apresentar focos de infecção e reinfecção pelo contato com o vírus na água não tratada. Enquanto não for descartada totalmente a possibilidade da infecção fecal-oral da Covid-19, não há como garantir segurança no retorno às aulas, mesmo que os protocolos sejam rígidos.

Biografia do Autor

Bruno Luiz Silveira de Castro, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Estudante do Programa de Pós-Graduação em Práticas de Desenvolvimento Sustentável – Mestrado Profissional – Instituto de Florestas – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

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Publicado

30/06/2021

Como Citar

Castro, B. L. S. de . (2021). A INSEGURANÇA ALIMENTAR NO RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS NUM CENÁRIO DE NULIDADE DE SANEAMENTO BÁSICO ADEQUADO . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(6), 122–135. https://doi.org/10.51891/rease.v7i6.1358