PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS CONGÊNITA NA REGIÃO NORDESTE, 2009 A 2018
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30349Palavras-chave:
Sífilis congênita. Perfil epidemiológico. Doenças sexualmente transmissíveis.Resumo
Objetivo: Traçar perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita na região Nordeste no período de 2009 a 2018. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico transversal descritivo e retrospectivo, realizado com os dados fornecidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação do período de 2009 a 2018, referentes a região Nordeste. Resultados: A partir de 48.560 fichas de notificação fornecidas, percebe-se que há preponderância de pessoas pardas (82,85%), com ensino fundamental (67,71%), faixa etária dos 20-29 anos (53,04%), que moram na zona urbana (87,9%). O pré-natal foi realizado em 83,3%, contudo 63,68% teve diagnóstico na admissão para o parto/curetagem para o aborto ou após o parto. Apenas 3,68% teve tratamento da gestante adequado e 81% dos parceiros não realizaram tratamento. Conclusão: Dessa forma, compreende-se que se faz necessária a ampliação da cobertura da atenção básica, bem como a implantação de estratégias visando a prevenção, fiscalização, diagnóstico e tratamento precoce.
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