COMPARAÇÃO ENTRE ESCLEROTERAPIA COM ESPUMA ECOGUIADA E ABLAÇÃO ENDOVENOSA A LASER NA INCOMPETÊNCIA DA VEIA SAFENA MAGNA EM PACIENTES CEAP C2–C3: REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30181Palavras-chave:
Veia safena magna. Escleroterapia com espuma. Ablação endovenosa a laser.Resumo
A incompetência da veia safena magna é causa frequente de varizes sintomáticas e edema nas classes clínicas C2 e C3 da classificação Clínica, Etiológica, Anatômica e Fisiopatológica. Esta revisão integrativa comparou a efetividade, a segurança e a durabilidade da escleroterapia com espuma ecoguiada e da ablação endovenosa a laser. Foram pesquisadas PubMed/MEDLINE, BVS/LILACS e SciELO, entre janeiro de 2021 e 9 de agosto de 2026, com descritores relacionados à veia safena magna, escleroterapia, espuma, laser endovenoso e insuficiência venosa. Após deduplicação e triagem, 16 publicações compuseram a síntese. A ablação a laser apresentou maior oclusão anatômica sustentada e menor recanalização e reintervenção, sobretudo em seguimentos prolongados. A espuma mostrou execução mais simples, ausência de anestesia tumescente e possibilidade de repetição, porém dependeu mais frequentemente de sessões adicionais. Ambas reduziram sintomas e melhoraram a qualidade de vida, enquanto os eventos graves foram incomuns. A escolha deve considerar diâmetro venoso, anatomia, risco anestésico, disponibilidade e preferência do paciente. Embora a evidência direta restrita a CEAP C2–C3 seja limitada, o conjunto dos achados favorece o laser quando a prioridade é durabilidade; a espuma permanece alternativa válida quando menor invasividade e flexibilidade são determinantes.
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