MANEJO DO CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA EM NEONATOS PELA ENFERMAGEM
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30136Palavras-chave:
Cuidados de Enfermagem. Neonatologia. Cateterismo Periférico.Resumo
Esse artigo buscou identificar e descrever as principais práticas relacionadas à inserção, manutenção e retirada do cateter central de inserção periférica em uma unidade de terapia intensiva neonatal. Trata-se de estudo quantitativo, descritivo, de corte transversal retrospectivo realizado em um hospital privado do Oeste do Paraná, entre janeiro de 2021 e janeiro de 2024. Foram incluídos 116 prontuários que receberam o cateter. Os dados foram submetidos à análise descritiva e analítica, na análise dos fatores utilizou-se a Regressão de Poisson. Foram respeitadas as diretrizes éticas nacionais. Os resultados indicam o sucesso da inserção em primeira tentativa foi de 87,6%, sendo os membros superiores mais utilizado em 68,1%, e a principal indicação foi o antibiótico 53,4%. Durante o uso do cateter, 89,2% não apresentaram complicações, ressalta-se a remoção eletiva do dispositivo em 68,7% dos cateteres. Conclui-se que os achados fortalecem protocolos clínico de manejo adequado do dispositivo, promovendo melhores práticas assistenciais e prevenção de complicações.
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