A FELICIDADE SOB A PERSPECTIVA DA NEUROCIÊNCIA E DA PSICOLOGIA POSITIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPREENSÃO DO BEM-ESTAR HUMANO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29532Palavras-chave:
Felicidade. Neurociência. Psicologia Positiva. Bem-estar. Emoções. PERMA.Resumo
Esse estudo teve como fundamento avaliar as contribuições da Neurociência e da Psicologia Positiva para a compreensão da felicidade, discutindo suas bases biológicas, psicológicas e comportamentais, assim como seus resultados para o desenvolvimento humano. Baseia-se a uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, baseada na análise crítica de obras clássicas e contemporâneas. Os resultados mostram que a felicidade não pode ser diminuída à uma simples presença de emoções positivas ou à ausência de emoções negativas, representando como um processo dinâmico resultante da interação entre sistemas cerebrais, processos emocionais, experiências subjetivas, relações sociais e construção de significado. Verificou-se significativa convergência entre a Neurociência e a Psicologia Positiva ao perceberem que o bem-estar depende tanto do apropriado funcionamento dos mecanismos biológicos quanto do desenvolvimento de competências psicológicas relacionadas ao propósito de vida, ao engajamento e à autorrealização. Observou-se também que crenças limitantes, padrões de autossabotagem e baixa autoestima influenciam diretamente na maneira como o cérebro interpreta a realidade, interferindo nos processos decisórios, regulação emocional e percepção do próprio bem-estar. Conclui-se que a associação entre os conhecimentos realizados pela Neurociência e pela Psicologia Positiva aumenta significativamente a compreensão da felicidade, oferecendo princípios científicos para intervenções ligadas à promoção da saúde mental, do desenvolvimento humano e da qualidade de vida.
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