EFICÁCIA COMPARATIVA ENTRE AGONISTAS BETA-2 DE LONGA AÇÃO (LABA) E ANTAGONISTAS MUSCARÍNICOS DE LONGA AÇÃO (LAMA) NA RESPOSTA CLÍNICA DE PACIENTES COM DPOC: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27701Palavras-chave:
Palavras-chave: Broncodilatadores. DPOC. LAMA. LABA.Resumo
O objetivo do estudo é sintetizar as evidências sobre a eficácia clínica e a segurança das terapias com os broncodilatadores LABA e LAMA, de forma isolada ou associada, para orientar a escolha do regime ideal em pacientes com DPOC. Realizou-se uma revisão sistemática nas bases PubMed, ScienceDirect e Cochrane Library, abrangendo publicações de 2020 a 2026, utilizando termos específicos e operadores booleanos. O estudo foi regido a partir da estratégia PICO, de acordo com as diretrizes PRISMA e com registro na plataforma PROSPERO (CRD420261368419). Foram incluídos 11 estudos clínicos e observacionais, selecionados via software Rayyan e avaliados pelo questionário NHLBI, apresentando majoritariamente alto risco de viés. Os resultados evidenciaram eficácia inicial semelhante entre as monoterapias, porém o LAMA destacou-se na redução de exacerbações prévias e na oxigenação tecidual. Ademais, a combinação LABA+LAMA mostrou maior benefício clínico em subgrupos graves, embora algumas evidências apontam risco cardiovascular elevado. Portanto, conclui-se que ambas as classes são fundamentais, mas o tratamento da DPOC requer uma escolha terapêutica estritamente individualizada, ponderando a otimização pulmonar contra o perfil de risco cardiovascular do paciente.
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