ASSIMETRIA DE FORÇA DE PREENSÃO MANUAL COMO VARIÁVEL DE AVALIAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DE RISCOS CLÍNICOS, FUNCIONAIS E COGNITIVOS

Autores

  • Yago Barbosa Palhares Dias UESPI
  • Maria Danielle de Oliveira Pereira UFDPar
  • Bruna Castelo Branco Ribeiro UFDPar
  • Laysa Emanuelle Sousa Lima UFDPar
  • Luana Gabrielle de França Ferreira Universidade Federal do Delta do Parnaíba
  • Francisco Victor da Costa Marinho Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27643

Palavras-chave:

Força de Preensão Manual. Assimetria. Morbimortalidade. Funcionalidade.

Resumo

Esse artigo buscou analisar a assimetria de Força de Preensão Manual (FPM) como variável preditora independente e complementar na avaliação de riscos clínicos, funcionais e cognitivos para os desfechos: mortalidade, morbidade, eventos cardiovasculares adversos (ECA), comprometimento cognitivo (CC), incapacidade funcional (IF) e risco de quedas (RQ). Realizou-se uma revisão sistemática seguindo o “Systematic Reviews and Meta-Analyses”, com registro no Prospective Register of Systematic Reviews: CRD420261279310. O acrônimo PICO foi utilizado na seleção dos Descritores em Ciências da Saúde e derivados para pesquisa nas bases de dados PubMed, EMBASE, Scopus, PEDro e Web of Science. Critérios de inclusão: estudos longitudinais. Exclusão: artigos que não mensuraram a assimetria em porcentagem. Resultados: mortalidade (HR = 1,01; 1,04; 1,10; 1,17), RQ (OR = 1,07), ECA (HR = 1,94 e 1,09), IF (OR = 1,12; 1,21 e 1,11), CC (OR = 1,15; 1,66; 4,48 e β = -1,80) e morbidade (HR = 1,10; 1,13; 1,90; 1,20 (homens) e 1,19 (mulheres)). Conclui-se que a assimetria de FPM está associada a desfechos clínicos, funcionais e psicossociais, principalmente combinada à fraqueza, apresentando aumento dos riscos conforme grau de assimetria, demonstrando potencial para estratificação de riscos.

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Biografia do Autor

Yago Barbosa Palhares Dias, UESPI

Fisioterapeuta Residente em Atenção à Terapia Intensiva na Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

Maria Danielle de Oliveira Pereira, UFDPar

Graduanda em Fisioterapia na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar).

Bruna Castelo Branco Ribeiro, UFDPar

Graduanda em Fisioterapia na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar).

Laysa Emanuelle Sousa Lima, UFDPar

Graduanda em Fisioterapia na Universidade Federal do Delta do Parnaíba. (UFDPar).

Luana Gabrielle de França Ferreira, Universidade Federal do Delta do Parnaíba

Orientadora Doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Ceará. Docente da Universidade Federal do Delta do Parnaíba.

Francisco Victor da Costa Marinho, Universidade Federal do Piauí

Doutorado em Biotecnologia - Renorbio -Universidade Federal do Piauí, Docente associado ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia - PPGBIOTEC -Co-orientadora Universidade Federal do Delta do Parnaíba - UFDPAR Programa Institucional de Pós Doutorado - PIPD / CAPES. fvcostamarinho@gmail.com

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Publicado

2026-06-22

Como Citar

Dias, Y. B. P., Pereira, M. D. de O., Ribeiro, B. C. B., Lima, L. E. S., Ferreira, L. G. de F., & Marinho, F. V. da C. (2026). ASSIMETRIA DE FORÇA DE PREENSÃO MANUAL COMO VARIÁVEL DE AVALIAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DE RISCOS CLÍNICOS, FUNCIONAIS E COGNITIVOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27643