ASSIMETRIA DE FORÇA DE PREENSÃO MANUAL COMO VARIÁVEL DE AVALIAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DE RISCOS CLÍNICOS, FUNCIONAIS E COGNITIVOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27643Palavras-chave:
Força de Preensão Manual. Assimetria. Morbimortalidade. Funcionalidade.Resumo
Esse artigo buscou analisar a assimetria de Força de Preensão Manual (FPM) como variável preditora independente e complementar na avaliação de riscos clínicos, funcionais e cognitivos para os desfechos: mortalidade, morbidade, eventos cardiovasculares adversos (ECA), comprometimento cognitivo (CC), incapacidade funcional (IF) e risco de quedas (RQ). Realizou-se uma revisão sistemática seguindo o “Systematic Reviews and Meta-Analyses”, com registro no Prospective Register of Systematic Reviews: CRD420261279310. O acrônimo PICO foi utilizado na seleção dos Descritores em Ciências da Saúde e derivados para pesquisa nas bases de dados PubMed, EMBASE, Scopus, PEDro e Web of Science. Critérios de inclusão: estudos longitudinais. Exclusão: artigos que não mensuraram a assimetria em porcentagem. Resultados: mortalidade (HR = 1,01; 1,04; 1,10; 1,17), RQ (OR = 1,07), ECA (HR = 1,94 e 1,09), IF (OR = 1,12; 1,21 e 1,11), CC (OR = 1,15; 1,66; 4,48 e β = -1,80) e morbidade (HR = 1,10; 1,13; 1,90; 1,20 (homens) e 1,19 (mulheres)). Conclui-se que a assimetria de FPM está associada a desfechos clínicos, funcionais e psicossociais, principalmente combinada à fraqueza, apresentando aumento dos riscos conforme grau de assimetria, demonstrando potencial para estratificação de riscos.
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