DECLÍNIO COGNITIVO E QUALIDADE DE VIDA: IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES COGNITIVAS NA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR

Autores

  • Ana Júlia Campos Dias Schlebinger Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna
  • Larah Oliveira Coutinho Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna
  • Eduarda Dias Pereira Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna
  • Maria Eduarda Santos Freire Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna
  • Amanda Santos Alves Freire Universidade Estadual de Santa Cruz
  • Herbert Pina Silva Freire

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27016

Palavras-chave:

Declínio Cognitivo. Qualidade de Vida. Saúde Mental.

Resumo

O envelhecimento populacional global tem levado ao aumento significativo de casos de declínio cognitivo entre idosos, sendo uma condição que compromete funções essenciais como memória, atenção e linguagem, impactando diretamente a autonomia, a funcionalidade e a qualidade de vida. Estudos nacionais e internacionais apontam uma prevalência de 5% a 85%, dependendo da população estudada, e destacam fatores de risco como baixa escolaridade, doenças crônicas, sedentarismo, depressão e isolamento social.  Identificar como o declínio cognitivo afeta a qualidade de vida dos idosos e propor estratégias de intervenção para melhorar seu bem-estar. Os objetivos específicos incluem   analisar os efeitos do declínio cognitivo na qualidade de vida, identificar os desafios enfrentados pelos idosos e propor estratégias de intervenção baseadas em evidências. Serão apresentados o objetivo geral e os objetivos específicos, que expressam as finalidades da pesquisa e os resultados esperados com sua realização. Espera-se que, a partir dessa investigação, seja possível compreender o impacto do declínio cognitivo sobre a autonomia, a saúde mental e as relações sociais, além de subsidiar futuras ações clínicas, assistenciais e políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e ativo. Baseia-se na relevância de compreender o impacto do declínio cognitivo sobre a autonomia, a saúde mental e as relações sociais dos indivíduos idosos, visto que esses aspectos influenciam diretamente sua qualidade de vida e independência funcional. A compreensão desses impactos é fundamental para subsidiar ações clínicas, assistenciais e políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e ativo, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e promoção da saúde mental na população idosa. Estudo de revisão sistemática e crítica da literatura, com abordagem qualitativa e descritiva, realizado entre 2019 e 2025 nas bases PubMed, SciELO e Google Scholar. Foram utilizados descritores como “declínio cognitivo”, “idosos”, “autonomia funcional”, “saúde mental”, “qualidade de vida” e “envelhecimento saudável”. A seleção contemplou estudos com relevância científica e aplicabilidade clínica, analisados de forma crítica e integrada, resultando em uma síntese interpretativa dos fatores biológicos, psicológicos e sociais associados ao envelhecimento e ao declínio cognitivo. Espera-se evidenciar que o declínio cognitivo reduzirá a autonomia funcional, aumentará a dependência para atividades da vida diária, comprometerá a comunicação e favorecerá o isolamento social. Além disso, estará associado a maior prevalência de sintomas depressivos e de ansiedade, impactando negativamente a saúde mental. Intervenções como atividade física regular, estimulação cognitiva, suporte psicossocial e controle de doenças crônicas demonstrarão eficácia na manutenção das funções cognitivas e na melhoria da qualidade de vida. Dessa forma, declínio cognitivo ainda é um fenômeno multifatorial que exige atenção multidisciplinar e ações intersetoriais, visando preservar a autonomia, a saúde mental e o bem-estar social dos idosos. A detecção precoce e a implementação de estratégias de prevenção e intervenção podem favorecer o envelhecimento saudável, garantindo dignidade, funcionalidade e qualidade de vida à população idosa.

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Biografia do Autor

Ana Júlia Campos Dias Schlebinger, Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna

Graduanda em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna.

Larah Oliveira Coutinho, Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna

Graduando em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna.

Eduarda Dias Pereira, Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna

Graduando em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna.

Maria Eduarda Santos Freire, Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna

Graduando em Medicina pela Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna.

Amanda Santos Alves Freire, Universidade Estadual de Santa Cruz

Mestre em Linguagens e Representações pela Universidade Estadual de Santa Cruz. Professora e coorientadora.

 

Herbert Pina Silva Freire

Doutor em Biologia e Biotecnologia e Micro-organismos (Professor e Orientador)

 

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Publicado

2026-05-22

Como Citar

Schlebinger, A. J. C. D., Coutinho, L. O., Pereira, E. D., Freire, M. E. S., Freire, A. S. A., & Freire, H. P. S. (2026). DECLÍNIO COGNITIVO E QUALIDADE DE VIDA: IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES COGNITIVAS NA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27016