DECLÍNIO COGNITIVO E QUALIDADE DE VIDA: IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES COGNITIVAS NA SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27016Palavras-chave:
Declínio Cognitivo. Qualidade de Vida. Saúde Mental.Resumo
O envelhecimento populacional global tem levado ao aumento significativo de casos de declínio cognitivo entre idosos, sendo uma condição que compromete funções essenciais como memória, atenção e linguagem, impactando diretamente a autonomia, a funcionalidade e a qualidade de vida. Estudos nacionais e internacionais apontam uma prevalência de 5% a 85%, dependendo da população estudada, e destacam fatores de risco como baixa escolaridade, doenças crônicas, sedentarismo, depressão e isolamento social. Identificar como o declínio cognitivo afeta a qualidade de vida dos idosos e propor estratégias de intervenção para melhorar seu bem-estar. Os objetivos específicos incluem analisar os efeitos do declínio cognitivo na qualidade de vida, identificar os desafios enfrentados pelos idosos e propor estratégias de intervenção baseadas em evidências. Serão apresentados o objetivo geral e os objetivos específicos, que expressam as finalidades da pesquisa e os resultados esperados com sua realização. Espera-se que, a partir dessa investigação, seja possível compreender o impacto do declínio cognitivo sobre a autonomia, a saúde mental e as relações sociais, além de subsidiar futuras ações clínicas, assistenciais e políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e ativo. Baseia-se na relevância de compreender o impacto do declínio cognitivo sobre a autonomia, a saúde mental e as relações sociais dos indivíduos idosos, visto que esses aspectos influenciam diretamente sua qualidade de vida e independência funcional. A compreensão desses impactos é fundamental para subsidiar ações clínicas, assistenciais e políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e ativo, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e promoção da saúde mental na população idosa. Estudo de revisão sistemática e crítica da literatura, com abordagem qualitativa e descritiva, realizado entre 2019 e 2025 nas bases PubMed, SciELO e Google Scholar. Foram utilizados descritores como “declínio cognitivo”, “idosos”, “autonomia funcional”, “saúde mental”, “qualidade de vida” e “envelhecimento saudável”. A seleção contemplou estudos com relevância científica e aplicabilidade clínica, analisados de forma crítica e integrada, resultando em uma síntese interpretativa dos fatores biológicos, psicológicos e sociais associados ao envelhecimento e ao declínio cognitivo. Espera-se evidenciar que o declínio cognitivo reduzirá a autonomia funcional, aumentará a dependência para atividades da vida diária, comprometerá a comunicação e favorecerá o isolamento social. Além disso, estará associado a maior prevalência de sintomas depressivos e de ansiedade, impactando negativamente a saúde mental. Intervenções como atividade física regular, estimulação cognitiva, suporte psicossocial e controle de doenças crônicas demonstrarão eficácia na manutenção das funções cognitivas e na melhoria da qualidade de vida. Dessa forma, declínio cognitivo ainda é um fenômeno multifatorial que exige atenção multidisciplinar e ações intersetoriais, visando preservar a autonomia, a saúde mental e o bem-estar social dos idosos. A detecção precoce e a implementação de estratégias de prevenção e intervenção podem favorecer o envelhecimento saudável, garantindo dignidade, funcionalidade e qualidade de vida à população idosa.
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