PREVENÇÃO DE INFEÇÕES DO LOCAL CIRÚRGICO EM CONTEXTO DE CIRURGIA ORTOPÉDICA

Autores

  • Rita Filipa Vilhena Oliveira Hospital Nossa Senhora do Rosário
  • Sandra Isabel Marques Rolo Hospital da Luz de Setúbal
  • Rute Isabel Felizardo de Sousa Trigo Instituto Politécnico de Beja
  • João Vítor da Silva Vieira Instituto Politécnico de Beja
  • Rogério Manuel Ferrinho Ferreira Instituto Politécnico de Beja
  • Tânia Patrícia Coelho Raposo Instituto Politécnico de Beja

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25849

Palavras-chave:

Enfermagem perioperatória. Infeção do local cirúrgico. Cirurgia ortopédica.

Resumo

Introdução: As infeções do local cirúrgico são complicações frequentes no pós-operatório, associadas a dispositivos invasivos e à complexidade dos procedimentos, resultando numa maior morbilidade, tempo de internamento e aumento dos custos em saúde. A utilização da cloro-hexidina destaca-se como antisséptico de eleição pela sua ação antimicrobiana de amplo espetro e efeito residual prolongado. Objetivo: Analisar a eficácia da higiene pré-operatória com cloro-hexidina na redução da incidência de infeções em pessoas submetidas a cirurgia ortopédica. Metodologia: A investigação seguiu a metodologia PI[C]O, a pesquisa foi realizada nas bases de dados MEDLINE Ultimate e CINAHL Ultimate via EBSCOHost, utilizando descritores naturais e MeSH combinados com operadores booleanos. Aplicaram-se critérios de inclusão/exclusão, representando-se o processo num diagrama PRISMA. A qualidade metodológica foi avaliada com os níveis de evidência do Joanna Briggs Institute. Resultados: Foram incluídos seis estudos. Todos destacam a importância da higiene pré-operatória na prevenção de infeções, embora haja divergências quanto ao antisséptico mais eficaz. A cloro-hexidina, sobretudo na formulação alcoólica, demonstrou bons resultados, mas a iodopovidona ainda é considerada uma alternativa válida. Conclusão: Conclui-se que a cloro-hexidina contribui para a redução das infeções em cirurgia ortopédica e por esse motivo é recomendada. No entanto, são necessários mais estudos para consolidar a sua eficácia e padronizar protocolos.

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Biografia do Autor

Rita Filipa Vilhena Oliveira, Hospital Nossa Senhora do Rosário

Licenciatura em Enfermagem, Licenciatura em Enfermagem, Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, Hospital Nossa Senhora do Rosário – Barreiro.

Sandra Isabel Marques Rolo, Hospital da Luz de Setúbal

Licenciatura em Enfermagem, Hospital da Luz, Setúbal.

Rute Isabel Felizardo de Sousa Trigo, Instituto Politécnico de Beja

Enfermeira Especialista em saúde Infantil e Pediátrica, Phd student, Professora adjunta convidada – Instituto Politécnico de Beja- Escola Superior de Saúde de Beja.

João Vítor da Silva Vieira, Instituto Politécnico de Beja

PhD; Professor adjunto – Instituto Politécnico de Beja- Escola Superior de Saúde de Beja – Co-orientador;

Rogério Manuel Ferrinho Ferreira, Instituto Politécnico de Beja

PhD, Professor Coordenador – Instituto Politécnico de Beja- Escola Superior de Saúde de Beja – Co- Orientador;

Tânia Patrícia Coelho Raposo, Instituto Politécnico de Beja

Enfermeira Especialista em Reabilitação, PhD student, Professora adjunta convidada – Instituto Politécnico de Beja- Escola Superior de Saúde de Beja – Autor e orientador.

 

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Publicado

2026-04-17

Como Citar

Oliveira, R. F. V., Rolo, S. I. M., Trigo, R. I. F. de S., Vieira, J. V. da S., Ferreira, R. M. F., & Raposo, T. P. C. (2026). PREVENÇÃO DE INFEÇÕES DO LOCAL CIRÚRGICO EM CONTEXTO DE CIRURGIA ORTOPÉDICA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25849