CARACTERIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DA TOXOPLASMOSE CONGÊNITA EM POPULAÇÕES INDÍGENAS NO ESTADO DO TOCANTINS ENTRE 2019 E 2024
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25764Palavras-chave:
Toxoplasmose congênita. Saúde indígena. Epidemiologia. Tocantins.Resumo
A Toxoplasmose congênita representa um importante agravo à saúde materno-infantil, sobretudo em contextos marcados por vulnerabilidades sociais e limitações no acesso aos serviços de saúde. Este estudo teve como objetivo caracterizar o perfil epidemiológico da doença em populações indígenas no estado do Tocantins, no período de 2019 a 2024. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa, baseada em dados secundários obtidos por meio da plataforma DATASUS/TabNet. Foram identificados um total de 26 casos de Toxoplasmose congênita no período analisado para o estado do Tocantins no Brasil, com maior frequência apresentada nos períodos de 2019 e 2023, observou-se que predominância dos casos foram diagnósticadas por exames laboratoriais, quanto ao sexo, o feminino foi predominante e 46,2% dos casos evoluíram para cura. A continuidade dos registros ao longo dos anos indica a necessidade de atenção permanente por parte dos serviços de saúde. Torna-se essencial investir na qualificação da assistência pré-natal, no aprimoramento dos sistemas de informação e no desenvolvimento de ações educativas culturalmente adequadas, com o objetivo de reduzir a ocorrência da doença e promover melhores condições de saúde materno-infantil principalmente em populações vulneráveis.
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