BRINCAR, SENTIR E CONECTAR: A POTÊNCIA DA INFÂNCIA ENTRE LUDICIDADE E TECNOLOGIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25464Palavras-chave:
Infância. Ludicidade. Tecnologia. Desenvolvimento afetivo. Práticas pedagógicas.Resumo
A interseção entre a ludicidade tradicional e as ferramentas digitais redefine as experiências da infância, promovendo conexões afetivas e cognitivas que moldam o desenvolvimento integral da criança. Este artigo examina como o brincar, mediado por tecnologias, potencializa a expressão emocional e a interação social nos contextos educacionais iniciais, destacando tensões entre espontaneidade lúdica e mediações virtuais. O objetivo geral consiste em analisar a potência da infância quando o ato de brincar se entrelaça com elementos tecnológicos, enquanto os específicos abrangem a identificação de práticas pedagógicas que fomentam essa integração e a avaliação de impactos no bem-estar infantil. A abordagem adotada privilegia uma pesquisa bibliográfica, conforme orientações de Lakatos e Marconi (2017), que enfatizam a sistematização de fontes para construir argumentos robustos, complementada por Minayo (2015), cujas reflexões sobre criatividade metodológica guiam a seleção crítica de perspectivas interdisciplinares. A análise revela que, embora as tecnologias ampliem horizontes sensoriais, demandam intervenções pedagógicas sensíveis para preservar a essência do brincar como espaço de liberdade afetiva. Santos (2025a) e Cadore (2025) ilustram como gamificação e interações digitais enriquecem o lúdico, desde que ancoradas em princípios de inclusão emocional. Assim, o texto defende que a infância contemporânea ganha vigor ao equilibrar o tangível e o virtual, fomentando conexões que nutrem a autonomia e a empatia desde cedo.
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