AVALIAÇÃO ESCOLAR EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICA: PREDOMINÂNCIA SOMATIVA E LIMITES DA PERSPECTIVA FORMATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.24879Palavras-chave:
Avaliação da aprendizagem. Avaliação formativa. Ensino de Ciências. Prática docente.Resumo
O contexto educacional contemporâneo demanda ensino de maior qualidade, sustentado por processos avaliativos consistentes. Este estudo investiga as concepções de professores da Educação Básica sobre avaliação em Ciências e Matemática, considerando a tensão entre abordagens formativas e somativas. Realizou-se pesquisa qualitativa, exploratória e bibliográfica, analisando artigos publicados entre 2019 e 2024 em 22 periódicos de referência na área da Educação. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 22 artigos compuseram o corpus final, analisado por meio de análise de conteúdo. Os resultados indicam a predominância de práticas avaliativas somativas, centradas na classificação e na atribuição de notas, frequentemente influenciadas por demandas institucionais e pelo contexto das salas de aula. Embora o referencial teórico defenda uma avaliação formativa, contínua e diagnóstica, sua implementação ainda é limitada. Evidencia-se a necessidade de ressignificar a avaliação como ação pedagógica integrada, reflexiva e transformadora.
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