PRÉ-NATAL DE ALTO E BAIXO RISCO: CLASSIFICAÇÃO PARA UM ENCAMINHAMENTO ADEQUADO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24624Palavras-chave:
Cuidado Pré-natal. Gestação. Fatores de risco.Resumo
Este artigo buscou relatar as principais diferenças entre o pré-natal de alto e baixo risco e como essas classificações impactam na adoção de intervenções para a promoção da saúde materno-infantil. A metodologia consistiu em uma revisão bibliográfica narrativa, com levantamento de dados realizado entre os anos de 2021 e 2025 em bases como SciELO, PubMed e Google Acadêmico. Foram selecionados sete estudos analisados de forma qualitativa e temática. Os resultados demonstraram que a classificação de risco gestacional deve ser um processo contínuo e individualizado, integrando fatores clínicos, socioeconômicos, ambientais e psicossociais. Observou-se a necessidade de um monitoramento periódico com no mínimo seis consultas, ressaltando que gestações inicialmente de baixo risco podem evoluir para alta complexidade, exigindo protocolos de triagem específicos e vigilância intersetorial. Concluiu-se que o reconhecimento precoce dos riscos e o encaminhamento adequado ao acompanhamento especializado são pilares fundamentais para garantir a assistência integral, promovendo maior segurança ao binômio mãe-bebê e favorecendo desfechos positivos dentro do Sistema Único de Saúde.
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