VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: IMPACTOS FÍSICOS, EMOCIONAIS E ASSISTENCIAIS NA SAÚDE DA MULHER

Autores

  • Elis Regina de Oliveira Ferreira Gran Centro Universitário
  • Eliseu da Costa Campos UFTM
  • Carla Viviane da Silva Pessoa Pontes Universidade Potiguar
  • Lívia Accioly Rosa
  • Amancio Lemos da Silva Filho Anhanguera
  • Laila Irbene de Almeida Couto Cerqueira
  • Francisco Hugo de Freitas Lima UERN
  • Luiza Silva de Lima Universidade Federal do Ceará
  • Suelen Goecks Oliveira Hospital de Clínicas de Porto Alegre
  • Lara Stefane Ferreira da Silva UEMA
  • Joseildes Pereira Alves dos Santos UNIFTC
  • Sheyla Fabia Silva de Moraes Duarte Faculdade World University Ecumenical

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24187

Palavras-chave:

Violência obstétrica. Saúde da mulher. Parto humanizado. Direitos reprodutivos. Assistência obstétrica.

Resumo

A violência obstétrica é reconhecida como uma forma específica de violência de gênero, manifestada por práticas assistenciais que violam a autonomia, a integridade corporal e os direitos das mulheres durante a gestação, o parto e o puerpério. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, os impactos físicos, emocionais e assistenciais da violência obstétrica na saúde da mulher. As buscas foram realizadas nas bases PubMed/MEDLINE, LILACS, SciELO, Web of Science e Biblioteca Virtual em Saúde, incluindo estudos publicados em português, inglês e espanhol. Os achados evidenciaram elevada prevalência de violência obstétrica em diferentes contextos socioculturais, associada a danos físicos, sofrimento emocional, trauma psicológico e comprometimento da qualidade do cuidado. Conclui-se que a violência obstétrica permanece naturalizada nos serviços de saúde, exigindo mudanças estruturais, políticas e formativas para a promoção de um cuidado obstétrico ético, humanizado e centrado na mulher.

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Biografia do Autor

Elis Regina de Oliveira Ferreira, Gran Centro Universitário

Pós-graduação em Auditoria em Saúde. Gran Centro Universitário. 

Eliseu da Costa Campos, UFTM

Mestre em Atenção à Saúde. UFTM.

Carla Viviane da Silva Pessoa Pontes, Universidade Potiguar

Graduado em Enfermagem. Universidade Potiguar.

Lívia Accioly Rosa

4Graduado em Medicina. Ciências Médicas de Minas Gerais.

Amancio Lemos da Silva Filho, Anhanguera

Pós-graduado em docente no ensino superior e neuropsicologia. Anhanguera.

Laila Irbene de Almeida Couto Cerqueira

Pós-graduação em Obstetrícia. Fazag.

Francisco Hugo de Freitas Lima, UERN

Pós-graduação em Gestão do Trabalho e Educação em Saúde. UERN. ⁠

Luiza Silva de Lima, Universidade Federal do Ceará

Graduanda em Psicologia. Universidade Federal do Ceará.

Suelen Goecks Oliveira, Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Doutorado em Saúde da Criança. Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Lara Stefane Ferreira da Silva, UEMA

Graduanda em Enfermagem. UEMA.

Joseildes Pereira Alves dos Santos, UNIFTC

Pós-graduação em UTI adulto. UNIFTC.

Sheyla Fabia Silva de Moraes Duarte, Faculdade World University Ecumenical

Mestrando em Ciências da Educação. Faculdade World University Ecumenical.

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Publicado

2026-03-26

Como Citar

Ferreira, E. R. de O., Campos, E. da C., Pontes, C. V. da S. P., Rosa, L. A., Silva Filho, A. L. da, Cerqueira, L. I. de A. C., … Duarte, S. F. S. de M. (2026). VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: IMPACTOS FÍSICOS, EMOCIONAIS E ASSISTENCIAIS NA SAÚDE DA MULHER. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(3), 1–13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24187