A CONSTRUÇÃO SOCIAL E HISTÓRICA DO CONCEITO DE BELEZA CORPORAL

Autores

  • Galtiere Cavalcante da Silva
  • Mirtha Maria de los Angeles Insfran Cibils Universidad Gran Assunción

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23701

Palavras-chave:

Beleza corporal. Construção social. Mídia.

Resumo

Esse artigo buscou analisar a construção social e histórica do conceito de beleza corporal, compreendendo como diferentes contextos culturais, filosóficos, religiosos, econômicos e midiáticos influenciaram a forma como os corpos são percebidos, valorizados e hierarquizados ao longo do tempo. A metodologia empregada caracteriza-se como pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, fundamentada em autores das áreas da Sociologia, Filosofia, Comunicação e Estudos Culturais, como Le Breton, Eco, Bourdieu, Bauman e Debord, entre outros, permitindo uma análise crítica e interpretativa dos discursos sobre o corpo e a beleza. Os principais resultados indicam que os padrões de beleza não são universais nem naturais, mas construções históricas mutáveis, frequentemente associadas a relações de poder, consumo e controle social, sendo intensificadas na contemporaneidade pela mídia e pelas redes sociais. Constatou-se, ainda, que a imposição de ideais estéticos inatingíveis contribui para a insatisfação corporal, baixa autoestima e adoecimento físico e mental. Conclui-se que é fundamental problematizar esses padrões e promover uma concepção mais inclusiva de beleza corporal, que valorize a diversidade, a individualidade e o bem-estar, contribuindo para uma relação mais saudável e crítica com o corpo na sociedade contemporânea.

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Biografia do Autor

Galtiere Cavalcante da Silva

Mestre em Ciências da Educação.

Mirtha Maria de los Angeles Insfran Cibils, Universidad Gran Assunción

Orientadora. Prof. Doutora. Universidad Gran Assunción.

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Publicado

2026-01-26

Como Citar

Silva, G. C. da, & Cibils, M. M. de los A. I. (2026). A CONSTRUÇÃO SOCIAL E HISTÓRICA DO CONCEITO DE BELEZA CORPORAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–22. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23701