OTITE EXTERNA: FISIOPATOLOGIA, MICROBIOLOGIA E MANEJO TERAPÊUTICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23625Palavras-chave:
Otite Externa. Otorrinolaringologia. Antibacterianos.Resumo
A otite externa (OE) é uma inflamação aguda ou crônica do meato acústico externo, de etiologia predominantemente bacteriana. Este artigo objetiva revisar a otite externa, tal qual sua fisiopatologia, microbiologia e manejo terapêutico. Fatores como umidade excessiva e microtraumas epiteliais são determinantes na gênese da afecção. Clinicamente, a OE manifesta-se por otalgia severa, sinal do trago positivo e edema difuso à otoscopia. O diagnóstico é essencialmente clínico, reservando-se exames de imagem e culturas para casos refratários ou suspeita de otite externa necrotizante em pacientes imunocomprometidos. O manejo terapêutico fundamenta-se na limpeza do conduto e na aplicação de agentes tópicos, como quinolonas associadas a corticosteroides, que apresentam maior eficácia e menor risco de efeitos sistêmicos em comparação à antibioticoterapia oral. Conclui-se que o diagnóstico precoce e a abordagem tópica adequada são pilares para a resolução clínica e prevenção de complicações graves, como a osteomielite da base do crânio.
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