EFICÁCIA CLÍNICA DO TRANSPLANTE OSTEOCONDRAL AUTÓLOGO EM COMPARAÇÃO À CONDROGÊNESE AUTÓLOGA INDUZIDA POR MATRIZ COM MEMBRANA DE COLÁGENO NO TRATAMENTO DE LESÕES CONDRAIS E OSTEOCONDRAIS FOCAIS DO JOELHO: REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30159

Palabras clave:

Lesões condrais. Cartilagem articular. Joelho. Transplante osteocondral autólogo. Condrogênese autóloga induzida por matriz.

Resumen

Objetivo: sintetizar e comparar as evidências clínicas, funcionais, radiológicas e de segurança sobre a condrogênese autóloga induzida por matriz com membrana de colágeno (AMIC) e o transplante osteocondral autólogo (OAT/OATS) no tratamento de lesões condrais e osteocondrais focais do joelho. Métodos: revisão sistemática relatada conforme o PRISMA 2020. Foram pesquisadas as bases PubMed/MEDLINE e SciELO, além das listas de referências, para estudos clínicos publicados entre janeiro de 2016 e maio de 2026. A seleção e a extração foram realizadas por revisores independentes. O risco de viés foi avaliado por instrumentos específicos ao delineamento e a certeza da evidência pela abordagem GRADE. Resultados: dos 430 registros identificados, 31 artigos foram avaliados em texto completo e 29 integraram a síntese qualitativa: 16 investigaram AMIC ou variações, 12 avaliaram OAT/OATS e um comparou diretamente as técnicas. Ambas as abordagens produziram melhora da dor e da função. A AMIC apresentou resultados clínicos estáveis por até dez anos e desempenho superior à microfratura em estudos randomizados. O OAT/OATS demonstrou recuperação funcional, retorno esportivo e manutenção dos resultados em seguimentos de até 15-18 anos, embora com taxas variáveis de reoperação. Na única comparação direta, a AMIC apresentou maior escore Lysholm em dois anos, porém o delineamento retrospectivo, o pequeno grupo AMIC e o desequilíbrio no tamanho das lesões limitaram a inferência causal. Conclusão: AMIC e OAT/OATS são alternativas efetivas para pacientes selecionados, mas a evidência comparativa direta é insuficiente para estabelecer superioridade universal. A escolha deve considerar tamanho, localização e profundidade da lesão, comprometimento subcondral, demanda funcional e biomecânica do joelho.

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Biografía del autor/a

Eric Lorenzeto Cardoso, Hospital Regional de Sobradinho

Departamento de Ortopedia e Traumatologia HRS – Hospital Regional de Sobradinho, Distrito Federal, Brasil.

Danilo Simões Rocha, Hospital Regional de Sobradinho

Departamento de Ortopedia e Traumatologia HRS – Hospital Regional de Sobradinho, Distrito Federal, Brasil.

Bruno Vossio Brigido, Hospital Regional de Sobradinho

Departamento de Ortopedia e Traumatologia HRS – Hospital Regional de Sobradinho, Distrito Federal, Brasil.

Douglas de Melo Moura, Universidade de Rio Verde

Departamento de Ortopedia e Traumatologia UniRV – Universidade de Rio Verde, Rio Verde, Goiás, Brasil.

Yuri de Moraes Facó, Hospital Regional de Sobradinho

Departamento de Ortopedia e Traumatologia HRS – Hospital Regional de Sobradinho, Distrito Federal, Brasil.

Publicado

2026-09-09

Cómo citar

Cardoso, E. L., Rocha, D. S., Brigido, B. V., Moura, D. de M., & Facó, Y. de M. (2026). EFICÁCIA CLÍNICA DO TRANSPLANTE OSTEOCONDRAL AUTÓLOGO EM COMPARAÇÃO À CONDROGÊNESE AUTÓLOGA INDUZIDA POR MATRIZ COM MEMBRANA DE COLÁGENO NO TRATAMENTO DE LESÕES CONDRAIS E OSTEOCONDRAIS FOCAIS DO JOELHO: REVISÃO SISTEMÁTICA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(9), 1–29. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30159