FRATURAS OSTEOPORÓTICAS NO IDOSO: RECONHECIMENTO, RISCO IMINENTE, PREVENÇÃO SECUNDÁRIA E MORTALIDADE

Autores/as

  • Renato de Oliveira Afonso UNIFESO - Centro Universitário Serra dos Órgãos
  • Douglas Thomaz Guerra UNIG - Itaperuna
  • Gabriel Meller Auth UNISUL
  • Filipe Augusto de Brito Cunha Universidade Potiguar (UnP)
  • João Vitor Montenegro Silva Faculdade de Medicina de Barbacena

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29463

Palabras clave:

Osteoporose. Fraturas por Osteoporose. Idoso. Mortalidade. Prevenção Secundária.

Resumen

A osteoporose permanece assintomática até que uma fratura por fragilidade a revele, e essa fratura já sinaliza risco elevado de novo evento e de morte prematura. O objetivo desta revisão narrativa foi analisar criticamente o percurso da prevenção secundária no idoso, do reconhecimento do risco à sobrevida após a fratura, delimitando quais intervenções modificam mortalidade e quais modificam apenas incidência de fratura. Foram consultadas PubMed/MEDLINE, SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde/LILACS e Cochrane Library, além de diretrizes de sociedades científicas e de documentos oficiais brasileiros e estrangeiros, com última busca em 25 de julho de 2026. A análise percorreu a subnotificação radiológica das fraturas vertebrais, a recalibração do modelo brasileiro do FRAX, a janela de risco iminente dos dois anos seguintes à primeira fratura, a hierarquia de evidência das medidas preventivas e a distância entre eficácia e cobertura assistencial. Revisão sistemática de 2026 com 69 ensaios reinterpretou o benefício da suplementação de cálcio e vitamina D como pequeno, com reduções absolutas de 1% para qualquer fratura e 0,3% para fratura de quadril, abaixo dos limiares de relevância clínica definidos pelos autores, em populações predominantemente comunitárias e sem tratamento farmacológico para osteoporose. Intervenções com redução de mortalidade demonstrada permanecem poucas e delimitadas. A prioridade é encurtar o intervalo entre a fratura sentinela e o início do cuidado.

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Biografía del autor/a

Douglas Thomaz Guerra, UNIG - Itaperuna

Graduado, UNIG – Itaperuna.

João Vitor Montenegro Silva, Faculdade de Medicina de Barbacena

Graduado, Faculdade de Medicina de Barbacena.

Publicado

2026-08-07

Cómo citar

Afonso, R. de O., Guerra, D. T., Auth, G. M., Cunha, F. A. de B., & Silva, J. V. M. (2026). FRATURAS OSTEOPORÓTICAS NO IDOSO: RECONHECIMENTO, RISCO IMINENTE, PREVENÇÃO SECUNDÁRIA E MORTALIDADE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–25. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29463