IMPACTO DE LOS ALIMENTOS ULTRAPROCESADOS EN LA SALUD HUMANA: EVIDENCIA CLÍNICA, DESIGUALDADES SOCIALES Y DESAFÍOS REGULATORIOS

Autores/as

  • Leonardo da Silva Bezerra Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Matheus Henrique Gava Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Elke Shigematsu Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Marie Oshiiwa Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Silvana Pedroso de Góes-Favoni Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Alda Maria Machado Bueno Otoboni Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Claudia Dorta Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Juliana Audi Giannoni Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Flavia Maria Vasques Farinazzi-Machado Faculdade de Tecnologia de Marília
  • Renata Bonini Pardo Faculdade de Tecnologia de Marília

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28286

Palabras clave:

Alimentos ultraprocesados. Determinantes socioeconómicos. Enfermedades crónicas no transmisibles. Educación nutricional. Salud pública.

Resumen

Este estudio analiza los impactos del consumo de alimentos ultraprocesados ​​en la salud humana, investigando tanto los mecanismos fisiopatológicos involucrados como los determinantes socioeconómicos que condicionan dicho consumo. Desarrollado y redactado a través de una revisión bibliográfica cualitativa, descriptiva y exploratoria, el artículo se basa en revisiones sistemáticas, metaanálisis, estudios epidemiológicos prospectivos y documentos institucionales publicados principalmente entre 2013 y 2026, consultados en las bases de datos PubMed, SciELO, Google Scholar y ScienceDirect. Los resultados muestran que los alimentos ultraprocesados, clasificados en el Grupo 4 de la escala NOVA, se asocian con múltiples resultados negativos para la salud, incluyendo obesidad, diabetes mellitus tipo 2, enfermedades cardiovasculares, síndrome metabólico y mortalidad por todas las causas. Los mecanismos fisiopatológicos identificados incluyen resistencia a la insulina, inflamación crónica de bajo grado, disbiosis intestinal, alteración de la barrera intestinal y disrupción del eje intestino-cerebro, con repercusiones en la salud mental, incluyendo ansiedad y depresión. Se estima que 57.000 muertes anuales en Brasil son atribuibles al consumo de estos productos. El análisis de los determinantes socioeconómicos revela que factores como los bajos ingresos familiares, la rápida urbanización, las condiciones laborales precarias, la reducción del tiempo para la preparación de comidas en el hogar y la intensa exposición al marketing de alimentos crean un entorno que favorece estructuralmente el consumo de alimentos ultraprocesados, perpetuando las desigualdades en salud y aumentando la vulnerabilidad nutricional de las poblaciones menos privilegiadas. Se concluye que reducir el consumo de estos productos requiere acciones integrales que abarquen educación alimentaria, políticas públicas regulatorias e innovación tecnológica comprometida con la salud pública.

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Biografía del autor/a

Leonardo da Silva Bezerra, Faculdade de Tecnologia de Marília

Estudante do curso de Tecnologia em Alimentos. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Matheus Henrique Gava, Faculdade de Tecnologia de Marília

Estudante do curso de Tecnologia em Alimentos. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil.

Elke Shigematsu, Faculdade de Tecnologia de Marília

Orientadora e Doutora em Engenharia de Alimentos. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil.

Marie Oshiiwa, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Energia na Agricultura. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Silvana Pedroso de Góes-Favoni, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Ciência de Alimentos. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Alda Maria Machado Bueno Otoboni, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Agronomia. Faculdade de Tecnologia de Marília Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil.

Claudia Dorta, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Ciências Biológicas com área em Microbiologia Aplicada. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Juliana Audi Giannoni, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Pós-doutora em Ciência dos Alimentos. Faculdade de Tecnologia de Marília. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Flavia Maria Vasques Farinazzi-Machado, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Agronomia com área em Energia na Agricultura. Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Renata Bonini Pardo, Faculdade de Tecnologia de Marília

Docente e Doutora em Medicina Preventiva Av. Hygino Muzzi Filho, 529 (Entrada pela Rua Adão Stroppa – Estacionamento UNIVEM), Campus Universitário - Marília/SP - CEP: 17525-901, Brasil. 

Publicado

2026-08-06

Cómo citar

Bezerra, L. da S., Gava, M. H., Shigematsu, E., Oshiiwa, M., Góes-Favoni, S. P. de, Otoboni, A. M. M. B., … Pardo, R. B. (2026). IMPACTO DE LOS ALIMENTOS ULTRAPROCESADOS EN LA SALUD HUMANA: EVIDENCIA CLÍNICA, DESIGUALDADES SOCIALES Y DESAFÍOS REGULATORIOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28286