DIABETES GESTACIONAL: FISIOPATOLOGIA, BIOMARCADORES E O IMPACTO SOBRE A SAÚDE DA MÃE E DO BEBÊ

Autores/as

  • Guilherme Alves de Oliveira UniÚnica
  • Natally Emerick Silveira UniÚnica
  • Vitória de Oliveira Garcia UniÚnica
  • Vitória Perpétuo Flamini Gomes UniÚnica
  • Vanessa Breder Gomes UniÚnica

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27877

Palabras clave:

Diabetes Mellitus Gestacional. Fatores Metabólicos. Hormonais e Inflamatórios. Diagnóstico Precoce. Impacto materno-fetal.

Resumen

Configurada como um importante problema de saúde pública, a diabetes mellitus gestacional (DMG) trata-se de uma alteração metabólica caracterizada pela intolerância à glicose identificada pela primeira vez na gravidez, tendo relação com alguns hormônios produzidos pela placenta. Entre as principais complicações advindas da DMG descritas na literatura, estão a pré-eclâmpsia, a hipertensão gestacional, a maior necessidade de parto cesáreo, o risco aumentado de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, a macrossomia, hipoglicemia neonatal, desconforto respiratório, prematuridade e outras intercorrências neonatais, além de doenças cardiovasculares. O presente estudo tem como objetivo descrever os principais aspectos fisiopatológicos da diabetes gestacional; identificar os principais biomarcadores associados ao diagnóstico da doença, e investigar de que forma a detecção precoce de DMG por meio desses biomarcadores pode minimizar os impactos clínicos adversos para mãe e filho. Trata-se de uma revisão de bibliografia, tendo como referencial teórico artigos científicos, monografias, manuais de diretrizes e atlas de saúde, publicados nos últimos 8 anos, priorizando os estudos mais atuais. Por fim, considera-se que a gravidez é, em si, um estado de resistência à insulina fisiologicamente induzida, devido à alteração hormonal natural. No entanto, a patologia é definida na gravidez quando a capacidade secretória pancreática já atingiu seu limite funcional. Para a detecção precoce de diabetes mellitus gestacional, estudos trazem como aliados biomarcadores como a zonulina e a hemoglobina glicada (HbA1c), entre outros diversos. A identificação prévia de DMG por meio de biomarcadores, aliada à um tratamento personalizado e eficaz, representa uma grande estratégia à saúde de mãe e filho, minimizando complicações futuras.

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Biografía del autor/a

Guilherme Alves de Oliveira, UniÚnica

Graduando do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Única - UniÚnica.

Natally Emerick Silveira, UniÚnica

Graduanda do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Única - UniÚnica.

Vitória de Oliveira Garcia, UniÚnica

Graduanda do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Única - UniÚnica.

Vitória Perpétuo Flamini Gomes, UniÚnica

Graduanda do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Única - UniÚnica. 

Vanessa Breder Gomes, UniÚnica

Professora orientadora do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Única - Mestre em Ciência da Motricidade Humana. 

Publicado

2026-06-19

Cómo citar

Oliveira, G. A. de, Silveira, N. E., Garcia, V. de O., Gomes, V. P. F., & Gomes, V. B. (2026). DIABETES GESTACIONAL: FISIOPATOLOGIA, BIOMARCADORES E O IMPACTO SOBRE A SAÚDE DA MÃE E DO BEBÊ. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27877