EDUCAÇÃO INCLUSIVA E DIVERSIDADE NAS PRÁTICAS DE SALA DE AULA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27377Palabras clave:
Educação Inclusiva. Diversidade. Práticas Pedagógicas. Sala de Aula.Resumen
Embora a educação inclusiva tenha ampliado sua presença no debate escolar, a conversão desse princípio em práticas de sala de aula ainda exige revisão do planejamento, dos agrupamentos, das linguagens e dos apoios pedagógicos. O objetivo geral deste artigo consiste em analisar como o trabalho docente pode responder à heterogeneidade discente sem deslocar diferenças para margens curriculares. Metodologicamente, realiza-se uma Pesquisa Bibliográfica estruturada com apoio de Gil (2008) e Minayo (2014), mobilizando um corpus teórico que abrange Santos e Franqueira (2024a), Diniz (2023), Pinheiro e Alves (2024), entre outros autores fundamentais. Os resultados indicam que a inclusão escolar requer a superação de modelos uniformes de ensino, demandando mediações plurais, articulação integrada entre a sala comum e a sala de recursos multifuncionais, além do uso de tecnologias e jogos acessíveis subordinados a intencionalidades didáticas claras. Ademais, o estudo evidencia a relevância dos gêneros discursivos na flexibilização linguística e a necessidade de uma perspectiva intercultural crítica que enfrente barreiras étnico-raciais e de contextos específicos. Conclui-se que a diversidade deve orientar a ação pedagógica como fundamento e ponto de partida do currículo, assegurando condições reais de participação, permanência qualificada e justiça social na experiência escolar comum.
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