RIESGOS EPISTÉMICOS DEL USO NO SUPERVISADO DE LA IA GENERATIVA EN LA EDUCACIÓN EN AEC: UN ESTUDIO EMPÍRICO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27351

Palabras clave:

Inteligencia Artificial Generativa. Educación en AEC. Responsabilidad Epistémica. Metacognición. Gobernanza Cognitiva.

Resumen

La adopción de IA generativa en la educación superior ha generado preocupaciones sobre aprendizaje, responsabilidad epistémica y juicio profesional en Arquitectura, Ingeniería y Construcción (AEC). Este estudio analiza las consecuencias del uso no supervisado de IA generativa en una actividad de diseño, enfocándose en el desempeño, la propagación de errores y el compromiso epistémico. Se adoptó un diseño en dos fases. La Fase 1 aplicó una encuesta diagnóstica (n = 244) sobre uso y declaración de IA. La Fase 2 realizó una actividad cuasi experimental (n = 24), en la que estudiantes resolvieron una tarea normativa con apoyo de ChatGPT (GPT-Vanilla) sin instrucción previa. Las respuestas y registros de interacción fueron evaluados mediante una rúbrica y una taxonomía de errores. Los resultados indican un uso casi universal y frecuentemente no declarado de IA. En la condición GPT-Vanilla, el desempeño fue bajo (media = 1,60/10), con errores concentrados en la verificación normativa y la consistencia multietapa. De los 127 errores codificados, el 95,28% derivó de la aceptación no verificada de respuestas de IA, evidenciando propagación de errores y pasividad epistémica. Los hallazgos refuerzan la necesidad de mediación pedagógica, regulación explícita y gobernanza cognitiva para el uso responsable de IA en la educación en AEC.

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Biografía del autor/a

Matheus Goulart Mena Barreto, UFSM

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e mestrando em Arquitetura e Urbanismo pela mesma instituição. 

Clara Vaqueiro Escosteguy, UFSM

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e mestranda em Arquitetura e Urbanismo pela mesma instituição. 

Vitor de Oliveira Benvegnú, UFSM

Graduando em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

André Lübeck, UFSM

Doutor em Engenharia Civil com ênfase em alvenaria estrutural e comportamento mecânico dos materiais, mestre em Engenharia Civil com foco em tecnologia do concreto e durabilidade de materiais, e graduado em Engenharia Civil, todos pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente, é professor adjunto do Departamento de Estruturas e Construção Civil da UFSM.

Fabricio Longhi Bolina, UFRGS

       

Débora Bretas Silva, UFSM

Doutora em Engenharia Civil com ênfase em construção e infraestrutura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Engenharia com atuação em compósitos cerâmicos refratários pela Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e graduada em Engenharia Civil pela mesma instituição. Atualmente, é Professora Assistente do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Eduardo Cesar Pachla

Doutor em Engenharia Civil com ênfase em construção e infraestrutura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Engenharia com foco em tecnologia dos materiais e compósitos cimentícios e graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA). Atualmente, é professor adjunto do Departamento de Estruturas e Construção Civil da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 

Publicado

2026-05-29

Cómo citar

Barreto, M. G. M., Escosteguy, C. V., de Oliveira Benvegnú, V., Lübeck, A., Bolina, F. L., Silva, D. B., & Pachla, E. C. (2026). RIESGOS EPISTÉMICOS DEL USO NO SUPERVISADO DE LA IA GENERATIVA EN LA EDUCACIÓN EN AEC: UN ESTUDIO EMPÍRICO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–24. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27351