PRÁTICAS INCLUSIVAS E MEDIAÇÃO DOCENTE NO ENSINO BÁSICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27125Palabras clave:
Práticas Inclusivas. Mediação Docente. Ensino Básico. Autismo. Tecnologias Assistivas.Resumen
O presente artigo analisa a atuação docente frente à diversidade no Ensino Básico, com ênfase na mediação pedagógica e no emprego de tecnologias assistivas para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O objetivo geral consiste em investigar como a formação continuada e as estratégias de mediação contribuem para a efetivação de práticas inclusivas no cotidiano escolar contemporâneo. A metodologia adotada configura-se como uma Pesquisa Bibliográfica, estruturada a partir dos pressupostos procedimentais de Bervian e Cervo (2020) e Chizzotti (2018) para assegurar o rigor analítico necessário ao escrutínio das fontes selecionadas. A síntese do conteúdo aborda os desafios da formação de professores, a relevância das adaptações curriculares e o papel das tecnologias no suporte à aprendizagem personalizada. Autores como Boechat et al. (2024), Gonçalves et al. (2024) e Santana et al. (2024) sustentam a discussão teórica sobre a inclusão escolar de forma consistente. O fechamento analítico indica que a inclusão transcende o acesso físico, exigindo uma ressignificação das práticas avaliativas e uma mediação docente intencional. A articulação entre teoria e prática revela-se indispensável para a construção de uma escola que respeite as singularidades e promova o desenvolvimento integral de todos os discentes.
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